Archive | setembro, 2010
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Ouça a Deus – Qui. 30/09

Nesta lição tivemos um exemplo claro do que acontece quando não ouvimos o que Deus tem para nossa vida. Uma decisão errada por um rei que determinou o fracasso de uma nação inteira.

Ears shut. Not Listening.

A desobediência gerou a separação entre duas tribos, ambos que no inicio adoravam o Deus de Israel e depois a outra parte Judá passou a adorar ídolos e deixando o verdadeiro Deus de lado. O resultado foi a separação de uma nação criada por Deus.
O que podemos trazer dessa trágica experiência para nossa vida?
Quando eu digo vida, é no sentido total da sua vida, seja ela pessoal, profissional ou espiritual.
Não podemos imaginar que Deus age apenas na nossa vida espiritual, não, isso não é o que Deus deseja para seus filhos. Pense em quantas vezes você tomou decisões por sua própria conta e no final a situação não foi a esperada. Quantas vezes você ouviu a voz e Deus dizendo para não fazer ou esperar. É isso mesmo, ouvir a voz de Deus. Você já ouviu a voz de Deus? Não pense você que do céu surgirá uma voz grossa e poderosa lhe aconselhando ou chamando pelo seu nome. Não, isso não ocorrerá. Lembre-se que somos pecadores e raça caída e se Deus fizesse isso seríamos fulminados para o pó devido a Sua glória.

Deus fala com você através da sua consciência. Vamos lá, vou explicar melhor como funciona. Desde pequeno você foi ensinado sobre o que é certo e errado e naturalmente você sabe quando algo é correto ou não. Portanto você é capaz de tomar decisões sejam elas corretas ou não. Quando você vê a carteira de uma pessoa a sua frente cair, a sua mente imediatamente irá impulsionar a sua atitude para devolver a carteira a pessoa. Essa decisão que você toma é Deus falando com você. Agora vamos ao exemplo contrário. Você foi ensinado na Igreja, teve uma educação cristã. Mas em sua adolescência você começou a andar com pessoas que seus pais não aconselhavam. Mesmo assim você desobedeceu os conselhos de seus pais e continuou com essas amizades. Através das amizades incorretas, a sua consciência passou a não mais lhe julgar, ou seja, aquilo que parecia incorreto passou a ser comum. Sua vida espiritual era inexistente. Deus não tinha mais lugar em sua vida.

Não preciso continuar pois sabemos muito bem o resultado disso. Primeiro desobedeceu os conselhos dos pais da mesma forma como Roboão não ouviu o conselho dos mais velhos. Segundo, você excluiu Deus de sua vida, portanto Deus não tinha mais permissão para falar com você e com isso você não poderia mais ouvi-lo. Só existem dois caminhos, Deus e a Perdição. Não se engane pensando que você pode ficar nos dois lados, não, você não pode. Procure ouvir a Deus. Passe mais tempo com ele. Tenha uma vida feliz e completa e não tenha medo de ser um cristão. Deixe Deus falar com você. Eu garanto que seus conselhos são eternos e corretos, pois não existe um cristão no mundo que tenha dado ouvido a Deus e se arrependeu, mas existem milhares que não deram a miníma para Seus conselhos e estão afundados em desgraça. O tempo é curto, hoje você está aqui, o amanhã você não sabe. O mundo está essa desgraça pois as pessoas estão perdendo tempo com o que passageiro e não com o que é eterno.

Pense nisso e fique com Deus.

Fernando Oliveira Carvalho

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Quem governa ? – Qua.29/09

Compreender a história do povo de Israel é entender problemas que enfrentamos em nossa comunidade cristã. Fiz o meu primeiro ano bíblico quando completei sete anos. Nenhuma outra parte da Bíblia foi tão difícil de ler quanto o velho testamento. Era o relato de um povo que havia sido escolhido por um homem, ido ao Egito pro causa da fome, visto acontecimento sobrenaturais, recebido os mandamentos da mão de D’us, peregrinaram no deserto, alcançou a terra prometida, e agora queria um rei.

Quando li pela primeira vez o texto, não entendi porque muitos diziam: “Essa foi uma das atitudes que mostraram a descrença de Israel em seu D’us.” Afinal, o comum não é que tenhamos representantes? Reis, monarcas, príncipes, regentes, ministros e presidentes não são comuns no cenário político?

Demorei até entender que o problema não estava com os reis, estava com Israel. Eles não queriam mais um D’us que era consultado por profetas e tomava atitudes pedagógicas com eles, eles queriam um rei. Não queriam mais um D’us Soberano que norteava cada passo de suas vidas, desejavam um rei que seguisse suas tendências. Não queriam um reino divino, pediram um reino humano. Não queriam mais uma luz sobre a arca, clamaram um trono com um homem.

Temo por quanto perdemos e padecemos por querer o que acontece ao nosso redor. Enquanto hoje sofremos como igreja para que o Espírito do Senhor guie as nossas vidas, o povo de Israel destronava o Senhor para que um deles assumisse o nortear do povo. Não mas uma nuvem de fumaça, uma voz. Não mas um soberano, mas humano. Não mas o Eterno, o mortal. Não mas a infinita sabedoria, a multiformidade de sentimentos.

Por que esse episódio está nas Escrituras? Simples! Para fazer a você a seguinte pergunta: quem governa a sua vida? Como Israel, você está diante da mesma situação. Muitos deixaram que o dinheiro, a fama, a glória dos homens e seu ego governem suas vidas. Seu desafio e confiar na soberania do Senhor para permitir que ele governe o seu cotidiano. Você será tentado a trocar o Senhor por algo visível para governar a sua vida. Contudo, nunca esqueça que o que se vê é passageiro, mas o que não se vê eterno.

Fiquem Nele!

Michael Lima

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Da vitória à “idade das trevas” – Ter. 28/09

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A história do povo de Israel é repleta de lições para o povo de Deus nos dias de hoje. Exôdo 14 relata a libertação dos israelitas da escravidão egípicia e sua miraculosa condução pelo deserto. Mesmo depois de presenciarem a sequência de dez pragas e seu livramento pelo poder divino, ao se verem defrontados com o Mar Vermelho e perseguidos pelo exército de Faraó, o povo duvidou da proteção de Jeová e chegou a questionar Moisés se não teria sido melhor terem sido deixados como escravos no Egito.

Como puderam duvidar que Deus continuaria a lhes proteger mesmo depois de tantas evidências de Seu cuidado? Da mesma forma que eu e você duvidamos quando algo parece acontecer fora do planejado! Você conseguiu que aquele professor aparentemente inflexível o liberasse de assistir suas aulas às sexta-feiras à noite, deu graças a Deus por Sua fidelidade, mas quando descobre que uma prova importante foi marcada para o sábado, você se desespera e pensa que todo o esforço anterior foi em vão, que sem essa nota seu semestre estará perdido e você está desamparado… Será que este exemplo está longe de nossa realidade?

O povo de Israel teve de pisar na água para que o Mar Vermelho se abrisse e pudessem atingir a outra margem em segurança. A travessia era impossível por eles mesmos, mas ao darem o passo da fé, Deus lhes abriu o caminho e fez o milagre que necessitavam.

Quando chegaram a Canaã, mais uma vez, um obstáculo pôs-se a sua frente, um obstáculo aparentemente intransponível, humanamente invencível. Deus queria provar-lhes a fé novamente e fazer-lhes exercitar sua dependência dEle.

A lição nos diz que ‘a vitória sobre os habitantes das cidades-estados cananéias só foi alcançada pela intervenção poderosa de Deus.’ Se a vitória foi a recompensa divina por sua obediência, o contrário também é verdadeiro. Toda vez que o povo abandonou os desígnios divinos e tentou agir por sua própria força e vontade, o resultado foi desastroso.

Enquanto tiveram a liderança, instituída por Deus, de Moisés e depois Josué, os israelitas mantiveram-se fiéis à Sua lei. No entanto, quando não houve mais liderança sobre eles, pouco a pouco passaram a ser líderes de si mesmos, perdendo de vista o propósito de serem nação eleita e cuidando cada qual de seus próprios interesses.

Ellen White diz que ‘sem consideração para com seu alto destino, preferiram o caminho da comodidade e da condescendência própria¹’. Os mandamentos divinos foram sendo postos de lado, as tribos se desentendiam entre si e os costumes pagãos, antes repugnados, passaram, pouco a pouco a ser aceitos. Mergulhados em sua própria satisfação, declinaram em todos os aspectos até o ponto em que atingiram a chamada ‘idade das trevas’, quando nenhum setor da nação prosperava.

A lição de dependência de Deus é a mesma hoje. Quando buscamos nossos interesses individuais e renegamos as orientações divinas, a consequência natural é o cáos. Isso pode acontecer tanto em questões pessoais, quanto nas relacionadas à nossa missão como remanescente e povo do Senhor. Temos um papel a desempenhar no desfecho do grande conflito universal e os interesses individuais não podem se sobrepor à nossa fidelidade aos propósitos eternos.

Que o estudo desses acontecimentos passados nos faça refletir na necessidade de dependência de Deus. Todos os nossos desejos, todos os planos, tudo deve estar submetido à Sua vontade, pois este é o único caminho que nos conduz e conduzirá ao real sucesso.

Pouco pode Deus fazer por homens que perdem o senso de dependência dEle.” (PR, p.58)

Grace Ferrari

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Aprendendo com eles- Seg.27/09


Eu acredito que aprenderemos muitas coisas interessantes neste trimestre. Alguns minúsculos detalhes que estão nos bastidores das histórias principais que já conhecemos da bíblia, mas que acabam passando desapercebidos por uma leitura rápida e superficial. Esses detalhes farão com que possamos crescer em Cristo. Pois uma coisa que aprendi com a bíblia é que Deus tem sempre uma surpresa para nós, todas as vezes que lemos a sua palavra. Você pode ler o mesmo versículo todos os dias, mas para cada dia ele terá um significado especial, dará ênfase em um determinado ponto e passará uma nova lição para a sua vida. E eu acredito que é assim que Deus trabalhará nesta lição.

Bem, este pequeno trecho da história de Davi e José já nos ensina valores profundos que deveríamos enraizar na nossa mente e coração. Na história de Davi, vemos como o temor do Senhor é importante na vida de um(a) homem/mulher de Deus. Davi tinha todas as condições para acabar com a perseguição que Saul estava fazendo. Ninguém gosta de vagar pelo deserto com fome e sede, cansado e o mais grave: sendo inocente. Davi fugia para não perder a sua vida. A história nos relata que Saul havia entrado na mesma caverna no qual Davi e seus homens estavam. Coincidência ou providência? Muitos de nós ouviríamos o conselho dos homens de Davi, pois pensaríamos que Deus estaria dirigindo deste modo para acabar de vez com aquela perseguição. E quantas vezes em nossa vida, vemos atalhos que atribuímos a Deus como sendo formas de nos livrar de algum problema. Quantos estão falando: “Foi Deus que me deu essa oportunidade para resolver este meu caso.” Davi também tinha tudo para pensar assim, mas não o fez. O temor de Deus estava acima de qualquer conselho ou circunstância favorável. O temor que Davi tinha em Deus fez com que ele não fizesse mal ao ungido do Senhor (o seu pastor também é o ungido do Senhor, como você vem o tratando?). Mesmo que este ungido estivesse fazendo o mal e longe dos caminhos de Deus. Contraditório, não é? Mas foi e é ainda uma realidade. Pense com cuidado nos caminhos que estão se “abrindo” na sua vida e reavalie se suas decisões estão realmente em harmonia com a vontade Deus. Precisamos exercitar o temor de Deus constantemente em nossas vidas e em nossas decisões diárias.

A história de José também nos ensina uma grande lição: CORRA! Muitos dizem que quem é corajoso é aquele que enfrenta. A bíblia nos ensina que isto não é uma verdade completa. Podemos citar muitos exemplos, como: Elias que fugiu mesmo momentos depois de ter orado a Deus, consumindo o sacrifício com fogo do céu (I Reis 19:3); Jacó fugindo de Labão (Gen. 31); Paulo fugindo dentro de um cesto (Atos 9:25) e até o próprio Jesus (Mat. 12:15), entre outros. José poderia provar a si mesmo que aguentaria a tentação, pois a mulher de Potifar já havia feito esse pedido diversas vezes anteriormente. José tinha em seu coração o temor de Deus e por isso correu. Preferiu ser chamado de covarde do que se sujeitar o risco à tentação. Ele correu e você? Esta é a maneira que deveríamos fazer em determinadas circunstâncias em nossa vida, pois é melhor correr para perto de Deus do que enfrentar os problemas sozinho.

Estes homens foram exemplos no que se trata do temor a Deus em suas vidas. Cabe a nós imitá-los ou ignorá-los. O que precisamos é de “Homens que não se comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus”. Ellen White, Educação, págs. 56 e 57. Minha oração é que possamos ser estes homens e estas mulheres diariamente para que possamos refletir a verdadeira vontade de Deus e Seu caráter.

Robson Teles

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Uma história fantástica – Dom. 26/09

Acho fantástica a história de Jó, pensando neste contexto de pessoas que possuem um enredo nesta grande história que se chama: ” Planeta Terra e o Plano de Salvação”.

E neste caso foi fundamental Deus mostrar os 2 planos em ação. Na verdade ele nos deu o privilégio de ver os “bastidores” da história de Jó. O que deve servir para que entendamos muitas vezes o que acontece com nossas vidas. Será que quando passamos por certos problemas em nossa jornada aqui, em um plano de fundo, não está acontecendo o mesmo que aconteceu com Jó? Eu espero que Deus possa olhar aqui pra Terra e dizer pra Satanás a nosso respeito o mesmo que disse de Jó.

Silvana Marchetti

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