Archive | Abril, 2011
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Caráter segundo a vontade de Deus – Ter. 19/04

A lição de terça vem contando como  Jacó tinha um amor especial pelo filho de sua velhice ao qual ele tratava diferente dos demais filhos, porem isso gerou ciumes nos outros irmão de Jose que por sua vez não tinham um carater muito bom. vimos que eles mataram a Hamor e Siquem e não cumpriram o trato feito com eles. José tambem foi honrado por DEUS ao qual deu sonhos e mediante a esses sonhos mostrar o futuro ao qual pertence Deus e seus irmão ficaram irados.

Devemos ter sempre em mente que quando somos elegiados, homenagiados ou honrado tudo isso reflete quem você é, mas nunca devemos esquecer que tudo o que temos, somos vem de Deus, para que não gere em nós exaltação propria ao qual originou pecado.

José precisava moldar o carater e Deus tomou providencia aqui vai alguns trechos para meditar ( Patriarcas e Profetas )

Mas, na providência de Deus, mesmo esta experiência seria uma bênção para ele. Aprendeu em poucas horas o que de outra maneira anos não lhe poderiam ter ensinado. Seu pai, forte e terno como havia sido seu amor, fizera-lhe mal com sua parcialidade e indulgência. Esta preferência imprudente havia encolerizado seus irmãos, e os incitara à ação cruel que o separara de seu lar. Os efeitos dessa preferência eram também manifestos em seu caráter. Defeitos haviam sido acariciados, que agora deveriam ser corrigidos. Ele se estava tornando cheio de si e exigente. Acostumado à ternura dos cuidados de seu pai, viu que não se achava preparado para competir com as dificuldades que diante dele estavam, na vida amarga e desconsiderada de estrangeiro e escravo.

Então seus pensamentos volveram para o Deus de seu pai. Na meninice fora ensinado a amá-Lo e temê-Lo. Muitas vezes na tenda do pai, ouvira a história da visão que Jacó tivera quando se retirava de seu lar, como exilado e fugitivo. Contaram-lhe a respeito das promessas do Senhor a Jacó, e como tinham elas se cumprido – como, na hora de necessidade, os anjos de Deus tinham vindo instruí-lo, consolá-lo e protegê-lo. E aprendera acerca do amor de Deus, provendo um Redentor aos homens. Todas estas lições preciosas vinham agora vividamente diante dele. José acreditava que o Deus de seus pais seria o seu Deus. Ali mesmo se entregou então completamente ao Senhor, e orou para que o Guarda de Israel estivesse com ele na terra do exílio.

Sua alma fremiu ante a elevada resolução de mostrar-se fiel a Deus – de agir, em todas as circunstâncias, como convinha a um súdito do Reino do Céu. Serviria ao Senhor com inteireza de coração; enfrentaria as provações de sua sorte, com coragem, e com fidelidade cumpriria todo o dever. A experiência de um dia foi o ponto decisivo na vida de José. Sua terrível calamidade transformara-o de uma criança amimada em um homem ponderado, corajoso e senhor de si.

Alan Santana


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Efeito do casaco colorido – Seg. 18/04

José dava ouvidos às instruções de seu pai e temia ao Senhor. Era mais obediente aos justos ensinamentos do pai do que qualquer de seus irmãos. Entesourava suas instruções e, com integridade de coração, amava e obedecia a Deus. Afligia-se com a conduta errônea de alguns de seus irmãos e bondosamente suplicava que seguissem uma direção justa, abandonando seus maus atos. Isto só fazia revoltarem-se contra ele. Seu ódio do pecado era tal que ele não suportava ver seus irmãos pecando contra Deus. Levou o assunto diante de seu pai, esperando que sua autoridade pudesse reformá-los. A exposição de seus erros enraiveceu os irmãos contra ele. Tinham observado o grande amor do pai por José, e sentiram inveja dele. Essa inveja se transformou em ódio, e finalmente na disposição de matar. (História da Redenção, pág. 100)

Resumidamente o texto acima, nos conta a história de José, em Genêsis 37:03 diz: “Ora, Israel amava mais a José que a todos os seus filhos”. Imaginem a confusão entre irmãos, desta família!

Situações como essa ocorrem com freqüência hoje. Os pais algumas vezes tratam um filho melhor do que o outro. Felizmente, temos um Pai Celestial que nos conhece individualmente, vê a cada um como exclusivo e concede a todos a mesma intensidade de amor e bondade. Deus, nosso Pai, tem um plano para cada um de nós. Não devemos depender do que nossos pais terrestres pensam, mas do que Deus deseja que você se torne.

Nesta semana iremos estudar mais a fundo essa história, a forma que acabou e como Deus realizou o Seu propósito na vida dessas pessoas, vou encerrar aqui esse pequeno texto introdutório o convidando a estudar esta lição diariamente que nos tem muito a ensinar.

Ingrid Oliveira

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“Se sentes nu?” – Qui. 14/04

A única certeza que temos nesta vida é da morte. Não adianta fingirmos que isso não irá acontecer conosco porque uma hora ou outra iremos descansar no senhor. O ser humano consegue se adaptar a qualquer situação, menos a morte. Isso porque não nascemos para morrer e sim para vivermos a eternamente ao lado de Deus, pois esse foi o plano da criação. Pode ser difícil de compreender esta alegação de vida eterna, mas ao lermos a Bíblia, vemos que o preço pago para a nossa salvação foi a morte de Cristo no calvário.

Quando o pecado entrou em nossa vida, por amor a nós que somos criaturas criadas a imagem de Deus, o Senhor fez Jesus ser humano para mostrar ao inimigo que ele estava disposto a oferecer a vida de seu filho para destruir toda a possibilidade de não termos a chance de um dia estarmos com ele nas mansões celestiais.

É tão certo isso, que Deus criou um manual chamado Bíblia, escrito por homens inspirados por Ele, para que possamos nos manter mordomos a fim de preservar a nossa salvação. Nós cristãos devemos ter a Bíblia como nossa armadura. Nela contém instruções onde podemos obter poder através de Cristo para qualquer tipo de batalha que tenhamos que enfrentar.

Se você se sentir nu pensando que sua vida não tem mais solução, esqueça esse pensamento, pois é isso que o inimigo trabalha em sua mente. Busque a verdadeira vestimenta de luz que é Jesus, ele pode sem dúvida nenhuma transformar o seu coração e sua vida.

Deus não iria perder seu tempo em batalha com inimigo sem nos amar. Deus nos ama e cuida de cada segundo de nossa vida.

Crer em algo que é visível é simples, não requer entrega. Crer sem ver é uma virtude onde somente aquele que está com o coração aberto consegue compreender.

Experiente vestir Jesus em sua vida e encontre a paz que procura e nunca mais se sinta nu.

“Ele te cobrirá com as suas asas, e debaixo delas estarás seguro.” Salmos 91:4

Fernando de Oliveira Carvalho

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“Quem te fez saber que estavas nú?” – Qua. 13/04

Há algumas coisas na vida que quando perdidas não podem ser recuperadas. E a inocência é uma dessas coisas. Quando a perdemos normalmente mudamos de fase. Deixamos de ser meninos para nos tornar homens. Meninas, para ser mulher. Quando essa inocência é perdida antes do tempo, sofremos traumas profundos que nos acompanharão por toda a vida. A história de Adão e Eva está ai para mostrar o tamanho do prejuízo em se perder nossa inocência. De lá para cá não confiamos mais nos outros, pensamos maldade mesmo quando não queremos, e esperamos do mundo sempre o pior. Por isso reforçamos nossa casca a tornando cada vez mais grossa para enfretarmos o mundo como ele é. Foi exatamente isso que aconteceu no Edén.

Ao pecar, o primeiro casal buscou uma “casca” para so proteger do mundo e suas consequências. Desemcadearam uma série de reações por seu pecado. Para começar Eva se viu nua. E quando olhou para Adão, ele também estava nu. Alguns estudiosos declaram que a paixão sentida por Eva naquele momento, a fez entregar o fruto para a Adão. Ellen White confirma. Não foi por maldade, por desejo de que alguém partilhasse do seu infortúnio. Mas com a intenção de partilhar a senssação da novidade do pecado. Da novidade de um mundo sem inocência alguma.

Como todo o pecado, ele parece bom no início. Eva disse algo como: “Adão, se você visse o que eu to vendo… Esse negócio aqui é muito bom, bem que a Serpente me disse! Come ai e veja só!” Por causa disto é que algumas religiões reputam o sexo como sendo o fruto proibído. Não é isso. A princípio o sexo não está envolvido, mas a nudez, a paixão, as sensações e apetites estão ali, adornando o ato de desobediência.

Basta, no entanto, algum tempinho com o pecado que o doce se transforma em enjoo e ao perceber os dois que estavam nus, perceberam que alguma coisa havia mudado na realidade. Tentaram melhorar a realidade que Deus os havia dado, e nesse ato, tentaram tomar o Seu lugar. Apenas para descobrir que tudo já estava perfeito, e agora há uma mancha no meio do Éden e do coração deles. Seus corpos gritam por pureza, inocência, mas ela não está mais lá. O que fazer agora?

O homem tenta então solucionar o seu problema. Ele sabe que as folhas da figueira não substituem o brilho da glória de Deus, nem o olhar inocente, agora perdido. Mas não há outra escolha. E pela primeira vez o homem faz uso da natureza não para se alimentar dela, não para uma simbiose natural, mas para seu próprio proveito. A morte chegara ao Edén e a natureza começava a sentir o seu peso. Caricaturando a glória de Deus com folhas de figueira, Adão e Eva amargam uma dor indescrítivel. Percebem que folhas não são suficientes, escondem-se por inteiro da presença do Senhor.

A pergunta profunda de Deus faz surge o até então desconhecido desespero: “Quem te fez saber que estavas nú?” Muitas respostas surgem. Adão diz, a Mulher. Eva diz, a serpente. E Deus responsabíliza todos os envolvidos, da serpente, passando por Eva, Adão e todos os seus descendentes (nós). O homem está condenado. Mas não é só o homem, Deus condena mais Alguém. Alguém que não era responsavel por nada desta bagunça. Alguém que nunca teve parte com o pecado ou mereceu a condenação. Ele condena o Seu Filho. E como representação de Sua mão a restaurar o homem caído, lhes dá vestes novas. As vestes de um Inocente!

Pr. Diego Barreto

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O teste – Ter. 12/04

A lição vem falando do teste em que nossos pais foram submetidos e caíram, ao qual não obedeceram as ordens de Deus e nem as suas recomendações. Mais uma vez o inimigo usa suas artimanhas para enganar e para nós, é um pouco complicado tentar entender como seres perfeitos como Adão e Eva conheceriam o mal ao qual Deus já tinha avisado. Separei alguns trechos de Ellen White para melhor compreensão.

A Conspiração Contra a Família Humana

Seus seguidores foram procurá-lo, e ele, erguendo-se e assumindo um ar de desafio, informou-os de seus planos para arrebatar de Deus o nobre Adão e sua companheira Eva. Se pudesse, de alguma forma, induzi-los à desobediência, Deus faria alguma provisão pela qual pudessem ser perdoados, e então, ele e todos os anjos caídos obteriam um provável meio de partilhar com eles a misericórdia de Deus. Se isto falhasse, podiam unir-se com Adão e Eva, pois se estes viessem a transgredir a lei divina ficariam sujeitos à ira de Deus, como eles próprios estavam. Sua transgressão os colocaria, também, num estado de rebelião, e eles podiam unir-se a Adão e Eva, tomar posse do Éden, e conservá-lo como seu lar. E se pudessem ter acesso à árvore da vida no meio do jardim, sua força seria, pensavam igual à dos santos anjos, e nem mesmo o próprio Deus poderia expulsá-los.

Satanás manteve uma consulta com seus anjos ímpios. Eles não estavam todos prontamente unidos para se engajar neste perigoso e terrível trabalho. Declarou que não confiava em ninguém para cumprir esta obra, pois pensava que apenas ele era suficientemente sábio para levar avante um empreendimento tão importante. Desejava que considerassem o assunto, enquanto os deixaria e procuraria um retiro para consolidar seus planos. Procurou impressioná-los com o fato de que esta era sua final e única esperança. Se falhassem aqui, toda perspectiva de recuperação e controle do Céu ou de alguma parte da criação de Deus era sem esperança.

Adão e Eva Advertidos

Deus reuniu o exército angelical para tomar medidas e impedir o perigo ameaçador. Ficou decidido no concílio celestial que anjos deviam visitar o Éden e advertir Adão de que ele estava em perigo pela presença de um adversário. Dois anjos apressaram-se a visitar nossos primeiros pais. O santo par recebeu-os com inocente alegria, expressando gratidão a seu Criador por assim havê-los rodeado com tal profusão de Sua bondade. Todas as coisas amáveis e atrativas eram para sua alegria e tudo parecia sabiamente adaptado às suas necessidades; e o que estimavam acima de todas as outras bênçãos, era a associação com o Filho de Deus e com os anjos celestiais, pois tinham muito a relatar-lhes a cada visita, sobre suas novas descobertas das belezas naturais de seu lar edênico, e tinham muitas perguntas a fazer, relativas a muita coisa que só podiam compreender indistintamente.

Os anjos, benévola e amorosamente deram a informação que desejavam. Também contaram a triste história da rebelião e queda de Satanás. Então, claramente informaram-nos de que a árvore do conhecimento fora colocada no jardim para ser um penhor de sua obediência e amor a Deus; que a elevada e feliz condição de santos anjos seria conservada sob a condição de obediência; que eles estavam numa situação similar; que podiam obedecer à lei de Deus e ser inexprimivelmente felizes, ou desobedecer e perder sua elevada condição e serem mergulhados num desespero irremediável.

Contaram a Adão e Eva que Deus não os compelia a obedecer – que Ele não removera deles o poder de contrariar Sua vontade; que eles eram agentes morais, livres para obedecer ou desobedecer. Havia apenas uma proibição que Deus considerara próprio impor-lhes. Se transgredissem a vontade de Deus, certamente morreriam. Contaram a Adão e Eva que o mais exaltado anjo, imediato a Cristo, recusara obedecer à lei de Deus, a qual tinha Ele ordenado para governar os seres celestiais; que esta rebelião causara guerra no Céu, a qual resultara na expulsão dos rebeldes, de todos aqueles que se uniram a ele em pôr em dúvida a autoridade do grande Jeová; e que o rebelde caído era agora inimigo de tudo o que interessasse a Deus e Seu amado Filho.

Deus é tão bondoso que não deixou de comunicar a nossos pais e foi mais além e disse que não interferiria em suas escolhas, pois somos seres livres para decidirmos as nossas escolhas e para isso temos o livre arbítrio.

Que possamos meditar sobre o sacrifício posterior feito por Jesus, para que o erro do pecado fosse remediado; e quanto nos custou essa liberdade.

Alan Santana

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