Archive | outubro, 2011
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Fundamentado nas Escrituras – Seg. 24/10

É importante lembrar que, na época em que Paulo escreveu sua carta aos gálatas não existia o “Novo Testamento”. Paulo foi o primeiro escritor do Novo Testamento. O Evangelho de Marcos provavelmente seja o mais antigo dos quatro evangelhos, mas ele talvez não tivesse sido escrito até por volta do tempo da morte de Paulo (65 d.C), ou seja, cerca de quinze anos depois da carta de Paulo aos gálatas. Assim, quando Paulo se referia às Escrituras, ele tinha em mente apenas o Antigo Testamento.

O Antigo Testamento desempenhou um papel significativo nos ensinamentos de Paulo. Ele não o via como palavras mortas, mas como a autorizada e viva Palavra de Deus. Em 2 Timóteo 3:16 ele escreveu: “Toda a Escritura é inspirada por Deus”. A palavra traduzida por “inspiração” é theopneustos. A primeira parte da palavra (theo) significa “Deus”, enquanto a segunda parte significa “inspirar”.

A Escritura é “inspirada por Deus”. Paulo usou as Escrituras para demonstrar que Jesus é o Messias prometido (Rm 1:2 “O qual antes prometeu pelos seus profetas nas santas escrituras”) , para dar instrução sobre a vida cristã (Rm 13:8-10 “A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor”), e para provar a validade de seus ensinamentos (Gl 3:8, 9 “Ora, tendo a Escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti. De sorte que os que são da fé são benditos com o crente Abraão.”)

Um texto do Novo Testamento que nos deixa implícito a autoridade que o Antigo Testamento possui é Gálatas 3:6-14

“Assim como Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.
Sabei, pois, que os que são da fé são filhos de Abraão.
Ora, tendo a Escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti.
De sorte que os que são da fé são benditos com o crente Abraão.
Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las.
E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé.
Ora, a lei não é da fé; mas o homem, que fizer estas coisas, POR ELAS VIVERÁ.
Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;
Para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo, e para que pela fé nós recebamos a promessa do Espírito.”

Feliz semana!

Renan F. de Almeida

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Ó Insensatos Gálatas – Dom. 23/10

Gálatas 3:1-5

“Ó insensatos gálatas! quem vos fascinou para não obedecerdes à verdade, a vós, perante os olhos de quem Jesus Cristo foi evidenciado, crucificado, entre vós? Só quisera saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne? Será em vão que tenhais padecido tanto? Se é que isso também foi em vão. Aquele, pois, que vos dá o Espírito, e que opera maravilhas entre vós, fá-lo pelas obras da lei, ou pela pregação da fé?”

O dicionário Michaelis define o adjetivo Insensato: (in.sen.sa.to) adj (lat insensatu) 1 Que não é sensato, falto de senso. 2 Contrário ao bom senso e à razão.

A escritora norte americana Ellen G. White comentando essa ocorrência relata:

“O apóstolo exortava os gálatas a deixar os falsos guias por quem haviam sido desviados, e a voltar à fé que havia sido acompanhada por inquestionáveis evidências de aprovação divina. Os homens que os haviam procurado desviar de sua fé no evangelho eram hipócritas, de coração não santificado e vida corrupta. Sua religião era feita de um acervo de cerimônias, por cujas práticas esperavam ganhar o favor de Deus. Não tinham interesse num evangelho que requeria obediência à palavra: “Aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.” João 3:3. Sentiam que uma religião baseada em tal doutrina requeria demasiado sacrifício, e assim se apegavam a seus erros, enganando-se a si e aos outros.

Suprir formas externas de religião em lugar de santidade de coração e de vida, é ainda tão agradável à natureza não renovada como o foi nos dias desses ensinadores judeus. Hoje, como então, existem falsos guias espirituais, para cujas doutrinas muitos atentam avidamente. É estudado esforço de Satanás desviar as mentes da esperança da salvação pela fé em Cristo e obediência à lei de Deus. Em cada século o arquiinimigo adapta suas tentações aos preconceitos ou inclinações daqueles a quem está procurando enganar. Nos tempos apostólicos levou os judeus a exaltar a lei cerimonial e rejeitar a Cristo; no presente ele induz muitos cristãos professos, sob a pretensão de honrarem a Cristo, a pôr em controvérsia a lei moral, e a ensinar que seus preceitos podem ser transgredidos impunemente. É dever de cada servo de Deus opor-se firme e decididamente a esses pervertedores da fé, e expor destemidamente seus erros pela Palavra da verdade”. – Livro Atos dos Apóstolos, pág. 386

Quantas vezes você pensou: “Estou me saindo muito bem”?, “Sou um cristão bastante sólido, não faço isso, não faço aquilo…”? E então, mesmo de maneira sutil, você está pensando que é de algum modo suficientemente bom para ser salvo? O que há de errado com essa situação?

“A mensagem do apostolo havia se concentrado não em algo que os Gálatas tiveram que fazer para ganhar o favor de Deus, mas no simples fato de aceitar pela fé o que Cristo já havia feito por eles no Calvário.

Nenhum aspecto real da experiência cristã dos gálatas se baseava em alguma coisa que tiveram que fazer para ganhar a salvação. A salvação dos gálatas era completamente uma iniciativa divina.

Paulo havia chegado a Galícia e pregado o evangelho do Messias crucificado e ressurreto. Os gálatas haviam aceitado a mensagem do apóstolo, haviam posto sua confiança em Cristo e haviam recebido o prometido Espírito de Deus. Tudo isto era dom recebido gratuitamente de Deus. Não haviam feito nada para merecer, para conquistar, isso é graça, divina graça!

Tão pouco o apostolo Paulo havia requerido que eles primeiramente se circuncidassem, nem que observassem toda a lei de Deus!

Eles haviam se achegado a Cristo como estavam, como eram, nus e crus pecadores, e o Senhor os aceitou, não porque eles mereciam, mas pelo Seu grande amor por eles – Efésios 2:4.

Assim, do principio ao fim, tudo o que haviam experimentado como cristão era um dom de Deus. O que podia fazê-los pensar agora que tinham que depender de suas próprias obras ou condutas, para prosseguir na carreira cristã? O fato é que o ser humano adora mostrar a medalha, o troféu e dizer a todos: eu consegui, eu conquistei. Quando recebe algo tão precioso sem a participação do esforço humano, fica meio sem jeito, então, o enganador tem espalhado uma porção de obras vãs, iludindo os incautos, dizendo ser esse o caminho para o “clímax”, para a remissão dos pecados, onde muitos caem.

Parece que parte do problema tinha por raiz que os gálatas não haviam conseguido manter distinção entre o que é justificação e, o processo da santificação. Como já estudamos, a justificação se refere ao ato mediante o qual Deus pronuncia legalmente que um pecador é justo e reto diante de sua vista, pelo que o Senhor Jesus Cristo já fez por aquele pecador.

A justificação é nossa credencial ao céu. Sem duvida, a santificação se refere ao poder habilitador do Espírito de Deus, que começa a atuar em nós no mesmo momento em que somos justificados. Assim, a santificação não é o meio pelo qual nós ganhamos o direito de entrar no céu, senão é a forma pela qual Deus nos capacita para viver no céu.

A santificação é o processo mediante o qual Deus faz real, nossa experiência através daquilo, que já é verdadeiro em nos pela fé em Cristo. Ainda que ambos os aspectos da salvação devam estar presentes na vida do crente, produzirão reflexos na correta seqüência e, jamais deve confundir-se uma com a outra.

A vida cristã começa com a justificação pela fé – crer que Deus nos aceita não porque sejamos dignos, senão porque Cristo, nosso substituto, é digno.

“Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos”. 1 João 4:9

O que Jesus fez por nós em sua vida, sua morte e sua ressurreição é a única base da nossa salvação. Tendo aceitado o dom divino da salvação pela fé, o espírito Santo começa a obra, capacitando-nos, caso desejemos, sermos cada vez mais semelhantes a Jesus. Pense no que escreveu o apóstolo Paulo, há quase dois mil anos aos gálatas, pois contem uma verdade fundamental sobre a vida cristã que faremos bem em nunca esquecer.

Com a independência da forma pela qual o Espírito de Deus pode transformar nossa vida, sem importar-se como poderemos desenvolver conhecimento ou capacidade espiritual, a base de nossa aceitação diante de Cristo não muda nunca – é a fé no que Deus fez por nos através de Cristo Jesus”. – Carl P Cosaert, Gálatas, pág. 53-55

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” – João 3:16

Genário Julio Santos

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O justo viverá pela fé – Sex. 21/10

“Não há um ponto que necessite ser realçado com mais diligência, repetido com mais frequência ou estabelecido com mais firmeza na mente de todos, do que a impossibilidade de o homem caído merecer alguma coisa por suas próprias e melhores boas obras. A salvação é unicamente pela fé em Jesus Cristo” (Ellen G. White, Fé e Obras, p. 18, 19).

Como podemos aceitar que Deus não olha para as coisas que fazemos? Como podemos ser tão hipócritas em pensar que não devemos cumprir os ritos, ler a lição, devolver o dizimo, guardar o sábado… Tudo isso é válido para nosso cristianismo e nosso relacionamento com Deus, mas não é a chave da nossa justificação. Aprendemos essa semana que viveremos somente através da fé quando Cristo viver em nós.

Na bíblia há mais citações da palavra graça do que da palavra pecado e mais exemplos de heróis de fé do que escolhidos derrotados. Justificação pela fé não é meramente crer que temos agora um trunfo que nos permite viver como queremos… Justificados somos por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie;
Efésios 2:8-9

Noé era um bêbado – Pela fé, Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.
Hebreus 11:7

Jacó era um mentiroso – Pela fé habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa.
Hebreus 11:9

Moisés incapaz de falar em público (duvidou do poder de Deus) – Pela fé, Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó,
Escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus. Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa.
Pela fé, deixou o Egito, não temendo a ira do rei; porque ficou firme, como vendo o invisível.
Hebreus 11:24-27

Gideão teve dúvidas que Deus o teria escolhido, Davi cometeu um adultério e um assassinato – E que mais direi? Faltar-me-ia o tempo contando de Gideão, e de Baraque, e de Sansão, e de Jefté, e de Davi, e de Samuel e dos profetas, os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões,
Hebreus 11:32-33

Raabe era uma prostituta – Pela fé Raabe, a meretriz, não pereceu com os incrédulos, acolhendo em paz os espias.
Hebreus 11:31

Encontre esse dom que é a fé em Jesus… Sua vida será transformada e as boas obras serão os frutos de uma vida justificada.

Tenha fé e um ótimo sábado.

Jacqueline Alves

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Baseando-se na certeza – Qui. 20/10

Estamos mais preocupados em encontrar respostas na Bíblia que nos satisfaçam do que procurar realmente compreender seu contexto. Isto faz parte do ser humano. Seu egoísmo faz com que pense em si mesmo, nos seus desejos, nos seus ideais, em suas necessidades pessoais. Por esse motivo, existem tantos conflitos com doutrinas que achamos e dizemos que estão corretas ou incorretas. Quantos problemas existem devido a versículos mal interpretados, textos lidos pela metade. Trazemos para nossa vida e nossos problemas tentando aplicá-los para alguma solução. Porque isso? Apenas para conseguir a resposta para a sua necessidade. As pessoas estão mais preocupadas que o Pastor ou um líder da igreja diga aquilo que elas querem ouvir do que realmente procurar estudar e entender a verdade. Quantas guerras existem, quantas mortes já ocorreram devido ao cumprimento de um ideal pessoal, doentio.

Ao tratar a palavra de Deus dessa forma, estamos dizendo diretamente que Deus não é perfeito e que nos deixou algo muito complicado de se entender.

Deus nos deixou um livro com um único propósito. Amor. Simplesmente Amor. Amor por você, por mim, por todos. Ele não teria todo esse trabalho apenas para nos confundir.

Aqueles que não entendem o amor de Deus, não entendem o porquê que Ele nos deixou tantos exemplos e conselhos. Estudamos a Bíblia por vezes apenas para mostrar ou competir com outras pessoas de nossa Igreja ou de outra denominação. Será que Deus inspirou profetas para criar a soberba em nosso coração? Claro que não. Isso é nosso caráter corrompido e caído nos nos faz utilizarmos de uma ferramenta santa para destruir o próximo. Esse é o caráter de Satanás e não do Criador.

Infelizmente, cremos mais em nossa fé do que na existência de Deus. A verdadeira fé é aquela que crê na existência do Criador. Quando passamos a crer em nossas qualidades, estamos cavando nossa própria cova, pois somos imperfeitos e nada podemos sem Deus. É muito fácil crer no possível, no visível. Crer que algo irá acontecer simplesmente porque acreditamos não existe, mas crer que Deus existe é confiar nEle pois Ele é o que fará acontecer.

Por esses motivos Ele lhe deu evidências de sua existência. Quando Ele pede para que você não frequente determinados locais, é porque Ele sabe que ali não é o seu lugar. Quando Ele pede para que você não se alimente de certos alimentos, é para a sua saúde. Quando Ele diz que devemos obedecer nossos pais e mães, é porque Ele sabe que seu caráter será correto. Quando Ele pede para você ser honesto, é porque Ele não deseja que você se corrompa. Quando Ele pede que você guarde um dia especial para Sua adoração, é porque isso é um ato de agradecimento por Sua criação.

O problema que Paulo enfrentou em Romanos 3, são os mesmos problemas que enfrentamos hoje.

A religião é vista como cumprimento da lei para a salvação, mas esquecemos o principal que é o Amor. Em Sua lei, nada foi alterado ou por acaso Deus passou a concordar com adultério, assassinatos, desrespeito com pai e mãe, ou não guardar o Sábado? Não confunda lei com sábado. A lei permanece até hoje e irá permanecer até o fim. A lei foi criada por nos lembrarmos de quão pecadores somos e somente é obedecida por amor a Deus, pois apenas cumprir a lei, mantém seu coração em regras e não entregue a Deus. Quer entender o que significa obedecer por amor?

Quando seus pais dizem para você não voltar tarde da noite, não andar com certos tipos de pessoas, é porque eles te amam e sabem o que é melhor para você. Você quando obedece de coração aberto, é porque você está retribuindo o amor e obedecendo por amor. Se nossos pais nesta terra nos amam, imagine Deus que é o mais puro amor?

Deus não é um Deus de desordem, Deus não é um Deus imperfeito. Se Ele não permite que os pássaros fiquem sem alimento, quanto mais no seu caso, onde Ele morreu para te salvar. Creia e ame a Deus pois Ele deixou um contrato chamado Bíblia de que Ele é real e vai voltar para te buscar.

Fernando de Oliveira Carvalho

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Muito Mais que Palavras – Qua. 19/10

Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Cristo Jesus. Apocalipse 14.12

Para além de ser a confiança cega na Soberania de Cristo, fé é o submeter de sua vida aos ensinamentos e propósitos dEle. Pronto! O texto poderia acabar por aqui e o conceito de fé já teria sido explicado. Mas o alvo de nosso estudo acerca da fé já não é mais acerca de seu conceito, mas sobre sua aplicação. Conceituar a fé e debater o seu conceito é simples. Contudo, no período da história do cristianismo em que vivemos, já não podemos nos dar ao luxo de meramente debater o seu conceito.

Confiar cegamente na Soberania Divina é deixar que Ele seja Deus em sua vida. Fácil? Responda você essa pergunta. Ele é o centro de seus planos? Todas as suas atitudes são filtradas pelo consentimento dEle? Os que convivem com você conseguem ver a face dEle em sua vida? Você está satisfeito nEle mesmo em meio à dor e o sofrimento?

Você segue os ensinamentos dEle? Sério, todos eles? Devo presumir, então, que pratica simplicidade cristã, abnegado serviço, fervorosa oração, dedicado estudo, significativa caridade, sincera confissão e notória orientação. Estou correto?

Esse é o sentido do cristianismo nos últimos dias: mostrar Cristo àqueles que não o conhecem – ou o conhecem em parte.

A fé – no contexto do cristianismo que vivemos – não é apontada como um conceito abstrato, mas com um sentido de missão. Você pode ler as cartas de Paulo para esclarecer a compreensão da fé, mas será em meio as palavras de João que a missão esperada para essa fé ecoará. A perseverança dos santos é a fé – arraigada e vivida – em Jesus Cristo. Muitos mais que palavras, ela é uma vida moldada a cada dia pelo Espírito Santo.

Que a Sua fé ganhe vida no Mestre! Que ela seja um cântico de coisas simples que alguém, o Mestre, lhe contou. O Celebrar do que você não via e Sua palavra lhe revelou. Que ela seja alegria da esperança que não morre, pois Sua paz lhe encontrou.

Graça e Paz!

Michael Lima

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