Archive | janeiro, 2012
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Arrepender-se no pó e na cinza – Ter. 31/01

Antes de ter a presença de Deus, Jó proferiu palavras torpes, ignorantes, e desesperadoras por conta de toda a situação que havia passado. Tal atitude seria comum para qualquer pessoa pois imagine-se perdendo todo o seu dinheiro, tanto o que está na conta corrente como na poupança, perdendo sua casa, seus filhos morrem, sua esposa o abandona, enfim. O problema não é reclamar com o banco pelo sumiço do dinheiro, ou com os médicos por não terem salvo seus filhos, mas sim, com um Deus que deu tudo o que você possui!

Então Deus, depois de ter ouvido os lamentos de Jó:

“Depois disto o SENHOR , do meio de um redomoinho, respondeu a Jó: Quem é este que escurece o conselho com palavras sem conhecimento?
Agora cinge os teus lombos, como homem; e perguntar-te-ei, e tu me ensinarás….
Onde estavas tu, quando eu fundava a terra? Faze-mo saber, se tens inteligência.
Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel?
Sobre que estão fundadas as suas bases, ou quem assentou a sua pedra de esquina,
Quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam? (…)”

Jó 38:1-7

E Deus continua a dizer sobre sua grandeza até o capítulo 40!

Pra mim, esta é a passagem que mostra a infinidade do Senhor! Toda a sua grandeza e majestade! Quem era Jó para dizer o que um Deus tão bom e imenso em sabedoria deveria fazer!?

Moisés foi um dos maiores líderes de toda a história?! E o que esse grande líder fez quando Deus em forma de uma nuvem se fez presente: “E, imediatamente, curvando-se Moisés para a terra, o adorou.” Êxodo 34:8

Paulo de Tarso, o grande perseguidor e líder contra o povo de Deus. O que aconteceu com ele quando presenciou a grandeza divina: “E, indo no caminho, aconteceu que, chegando perto de Damasco, subitamente o cercou um resplendor de luz do céu. E, caindo em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?” Atos 9:3-4

“E Saulo levantou-se da terra, e, abrindo os olhos, não via a ninguém. E, guiando-o pela mão, o conduziram a Damasco. E esteve três dias sem ver, e não comeu nem bebeu.” Atos 9:8-9

Deixe que Deus conduza sua vida! Ele conhece suas aflições, seus medos, suas dificuldades. Mas Ele não poderá fazer nada se você não O vir diariamente! “Arrependa-se no pó e na cinza” (Jó 42:5 e 6) e comtemple a imensidão e magnitude de Deus!

Não pense que Deus, é um Deus egoísta pois pede adoração o tempo todo. Pense que o seu egoísmo é tão grande, que não consegue enxergar a Santidade de Deus!

Uma ótima semana!!

Renan F. de Almeida

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A Santidade de Deus – Seg. 30/01

Acho os sofismas interessantes.

Segundo o dicionário, SOFISMA é um argumento (não conclusivo) que serve ao propósito seja de induzir outrem a erro, seja de ganhar a qualquer preço uma contenda ou discussão.

Na última semana circulou pelo Facebook a seguinte frase: “Deus é amor. O amor é cego. Steve Wonder é cego. Logo Steve Wonder é Deus.”

Li também uma frase de Voltaire, um grande filósofo cético que disse assim: ”Deus fez o homem à Sua imagem, e o homem retribuiu a honra”.

E então me pergunto: Até onde chegará a insolência do ser humano em acreditar que pode falar assim com tanto desdém de um Ser tão grandioso?

Isto só me faz crer mais ainda em Sua misericórdia e bondade por seres tão tolos e tão néscios em sua “sabedoria”.

Quão pequeno é o homem ao tentar mensurar a grandiosidade e santidade de Deus. E o pior, acaba limitando Deus e a Sua existência a meras palavras sarcáticas.

“Deus é separado de nós, não apenas porque Ele é o Criador e nós, as criaturas, mas porque somos seres caídos”. Tão caídos que mesmo assim, “Ele se inclina para ver o que se passa no céu e aqui na terra” (Salmo 113:6).

Quem é como o Senhor? Quem é como Deus?

Que o Senhor tenha misericórdia de nós!!!

Maria Luisa de Carvalho Araújo da Silva

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Justo – Sex. 27/01

Nosso senso de justiça é muito errado; na verdade penso que o que nos falta realmente é senso. O termo justiça é descrito no Wikipédia como: “um termo abstrato que designa o respeito pelo direito de terceiros, a aplicação ou reposição do seu direito por ser maior em virtude moral ou material. Justo é aquilo que é equitativo ou consensual, adequado e legítimo (aplicar o direito nas suas próprias fontes – as pessoas – em igualitariedade)”. Longe de ser a melhor fonte de pesquisa, entendi dessa descrição que o que temos por justiça não tem nada a ver com igualdade, está bem mais parecido com vingança. Nosso julgamento é sempre defender as nossas idéias, fazer com que o julgado pague, comparamos ao nossos próprios conceitos. Longe de nós está respeito, direitos, entrar em consenso.

Deve ser por essa nossa concepção preconceituosa que é tão difícil entender como Justiça pode ser a característica de Deus que é Amor e nos concede Graça, porém essas coisas fazem parte de um Ser Perfeito. Imperfeitos somos nós de tentarmos igualar a nossa falta de senso com a justificação de Cristo. Ellen White nos ajuda a entender quão abrangente é a fusão de justiça com graça quando explicou que “Jesus não lhes justifica os pecados, mas apresenta seu arrependimento e fé, e, reclamando o perdão para eles, ergue as mãos feridas perante o Pai e os santos anjos, dizendo: ‘Conheço-os pelo nome. Gravei-os na palma de Minhas mãos’” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 484).

Ao estudar a lição de hoje, lembrei de um vídeo que já vi muitas vezes. Você também já deve o ter visto mas ele ilustra bem o que temos que entender.

A graça se explica em uma cruz. Lá eu posso entender o que o Céu me traduz: a morte era a minha sentença, mas agora sou livre em Jesus. Graça, simples assim! Perdão se recebe, se aceita e fim. Pecado não se explica, pecado se paga e Cristo pagou por mim!

Por isso se chama Graça e é concedida por um Deus que é justo de um jeito que só Ele é. “A salvação e o juízo refletem as características gêmeas de misericórdia e justiça na natureza de Deus.”

Que neste Sábado você tenha um sorriso no rosto porque Deus é Justo e receba Sua Graça.

Um abraço,

Jacqueline Alves

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Valor da liberdade – Qua. 25/01

Só conhece o valor da liberdade, quem já viveu condenado. Um ex-criminoso depois de cumprir sua sentença. Um ex-viciado, depois de alcançar cura. Uma ex-prostituta, depois de deixar as esquinas cruéis. A condenação cega e torna moribundo. Suga vida. Deixa marcas. E o homem nasceu condenado.

Por haver pecado, há salvação. Por haver condenação, há graça. E a graça já existia antes da condenação. Cristo veio ao mundo oferece-la a todos. “A luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz.”

Com a prática do mal, o homem perdeu a sensibilidade e não compreende o valor do livramento que recebeu. Não compreender, outrora, se torna em não crer. E por não termos fé, deixamos de receber o único livramento gratuito. “Quem crê, será salvo”. Simples assim. Aquele que crê em Jesus não é condenado. É considerado justo, e inocente. É perdoado.

A questão, afinal, é crer em Jesus. Por favor, amigo, não espere compreender para crer. Por que apenas Deus deu seu único filho pela humanidade. Só Ele morreu para te dar vida duas vezes. Crer é confiar. E confiança é pra poucos. Só se confia em melhores amigos.

Cristo deseja ser seu amigo, morar no seu coração. Ele quer retirar as lembranças ruins, renovar as virtudes, reformar a pureza. Ele já decidiu isso, agora quem decide é você. Posso viver feliz…

Rodrigo Matias Palheiro

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O Dilúvio – Ter. 24/01

Antes de sermos homens de fé. Acredito que a palavra de Deus, a bíblia, foi feita para analisarmos, estudarmos e enfim crer no que é real. Lógico. Sensato!

Muitos criaram várias histórias para dizer o que foi o dilúvio. Os Sumérios, Africanos, Gregos, Maias, Hindus. Entretanto, os que acreditam que a Bíblia é a Palavra de Deus veem essas histórias como uma confirmação da realidade do Dilúvio. O evento aconteceu, e Gênesis apresenta o relato inspirado desse fato.

Na experiência do Dilúvio, percebe-se que a maldade havia se multiplicado e que a violência e corrupção tornaram-se generalizadas. Nada muito diferente do que vemos hoje! Sem contar a crescente manifestações sexuais “incontroláveis” e aprovadas pela sociedade cega de sensatez, cega de amor e esperança.

Deus enviou um juízo (o Dilúvio) sem precedentes para demonstrar como seria um desfecho no juízo final. Contudo, antes de executar o juízo, Deus concedeu um tempo de graça que durou 120 anos!

Percebe-se então, analisando desde o início da semana, um padrão que poderá ser notado em todo o contexto bíblico:

Há o pecado – a maldade em crescimento da humanidade;
O anúncio de juízo – as pessoas que acreditaram as promessas bíblicas e aceitaram o amor de Cristo;
A graça salvadora – a morte de Cristo, onde nos dá a chance de sermos salvos do pecado pra sempre;
E, finalmente, o juízo – castigo ou salvação!

A salvação nunca se dá por merecimento nem por obras da lei. A Graça é imerecida e concedida pela fé! É por meio de um pacto, uma certeza de fé em Deus que o perdão e a justificação é concedida!

Efésios 2:8 confirma: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie.”

Entregue-se à voz do Espírito Santo! Ele te guiará para a salvação!

Boa semana!

Renan F. de Almeida

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