Archive | março, 2012
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Vale a pena esperar – Sex. 30/03

Durante esse trimestre, estudamos aspectos particulares de Deus. Pudemos compreender nos estudos os elementos que O tornam o que é. Os elementos de Deus que a lição definiu, nos mostra a grandeza e supremacia de Deus ao mesmo tempo que faz que nos identifiquemos com um Deus pessoal, nos leva a ter mais consciência ao amá-lo e nos faz acreditar Nele com estas evidências. Concluímos que Deus é perfeito.

Para fechar com “chave de ouro” todos esses assuntos, a última lição nos leva a um Deus de promessa. A maior promessa que Ele deixou pra nós é de um dia nos buscar e acabar com todo esse sofrimento e essa distância entre nós e Ele.

Há quanto tempo você ouve essa promessa? Há quanto tempo existem pessoas proclamando a segunda vinda? E quantos desses que proclamaram já morreram? Deus perderia a credibilidade assim como uma pessoa que promete e demora a cumprir, porém o Seu caráter nos mostra que podemos esperar e que vale a pena. As evidências de Sua personalidade e a forma com que Ele nos trata revela o Seu amor e assim entendemos que jamais Ele não cumpriria, por isso esperamos e aguardamos convictos da Sua credibilidade, da Sua verdade porque além de todas as boas características de Deus, Ele é de um Deus cumpridor de promessas.

“Pra quem sonhou viver no Céu,
Chorou mas nunca desistiu,
Quem desejou rever querido seus cheios de vida e amor:
Hoje Eu cumpro a promessa, Hoje Meu reino lhes dou.
Entrem meus filhos queridos,
Esse é meu lar de Amor.
E pela eternidade aqui com vocês estarei.
E cada vez que sorrirem, pra todo o sempre enfim,
Vão se lembrar: Vale à pena esperar”
Renove a sua vontade de encontrar com Deus e ajudar mais pessoas a ter vontade de estar nesse encontro! Ele ainda não voltou, mas é fiel a cumprir e vai voltar. Vale à pena esperar.

Jacqueline Alves

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Expectador e Espectador – Seg. 26/03

Já em outros comentários mencionei o meu apreço pelo estudo da língua. E quando me deparo com palavras que possuem significados amplos, é interessante que se entenda o contexto em que ela pode ou está aplicada.

Ao estudar a lição, deparei-me com a palavra expectativa que segundo o dicionário quer dizer “esperança fundada em supostos direitos, probabilidades ou promessas”, ou seja, existe uma promessa, probabilidade ou direito sobre algo e o indivíduo espera ansioso para que isto se cumpra.

Aplicando isto à promessa de Jesus de que virá para nos buscar, (Jo 14:1 a 3) e que prestássemos atenção aos eventos que sucederiam essa volta, (2 Pe 3: 1 a 7) (e isto já pode ser confirmado através de tudo que anda acontecendo), entendo que somos não só expectadores, mas espectadores.

Talvez você se pergunte: “Mas mudou algo além da letra X para o S?”. Pois digo que sim, e muito. Espectador é aquele que assiste a um espetáculo, que é testemunha. E vou mais adiante, somos testemunhas vivas deste grande espetáculo que é o Plano da Redenção.

Há quem diga que determinadas coisas acontecem por coincidência ou por acaso, mas quando lemos na Bíblia referências a respeito de como as pessoas estariam por ocasião da volta de Jesus, é impressionante como se encaixam.

Desde pequena ouço falar que Jesus vai voltar e claro, a expectativa de que O veja voltando ainda em vida é muito grande, e mais impressionante ainda é como muitas pessoas estão em nossa época: totalmente descrentes e céticas. Porém, a própria Bíblia nos diz que o justo viverá pela fé, na certeza e esperança de que no tempo certo, Aquele que vem , virá e dará um basta a todo sofrimento, angústia e dor que enfrentamos neste mundo.

Existem alguns hinos que são inspiradores pra essa época em que vivemos , mas há um hino do “Quarteto Arautos do Rei” que retrata muito bem esta nossa expectativa. “Vale a pena esperar” e são estes momentos de louvor, de oração e de meditação na leitura da Palavra que devem nos motivar e inspirar tendo a certeza de que falta muito pouco.

“Querido Jesus, estou com saudades! Volte logo!”

Maria Luisa de Carvalho Araújo da Silva

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o Criador do Universo… ADORA ROMANCES! – Qua. 23/03

“Todo o Céu estava em agitação! A hoste angelical estava na “ponta das asas” desde domingo à noite,esperando… observando… imaginando. Todos os olhos celestiais estavam fixos no entusiasmado Pai assentado em Seu trono, adornado em todo o seu esplendor. Uma miríade de serafins iluminados fitavam o Seu terno rosto, imaginando o momento em que Seus lábios finalmente profeririam as palavras tão esperadas. As horas passavam, e a expectativa crescia.

Parecia que Ele estava rindo, enquanto sussurrava alguma coisa no ouvido de Miguel.

Depois de uma pausa,que pareceu durar um milênio, Miguel começou a falar com alegria radiante e risos incontroláveis:

– Meus amigos, sua voz ecoou pelos céus, o Pai diz que É CHEGADA A HORA!

Trepidação de asas, sons de harpas, pés de anjos dançando sobre as ruas de ouro. É chegada a hora! Finalmente a hora chegou!!!

E todo o Céu estava exuberante! O pipoqueiro chegou assim que começavam a abrir as cortinas. Todos os ansiosos serafins se acomodavam nos assentos. Enquanto o filme começava, o Pai, todo exultante,inclinou-Se e cutucou Miguel, dizendo:

– Fui Eu mesmo quem uniu esses dois. “

Este trecho inicial do comentário de hoje é um trecho do livro ROMANCE À MANEIRA DE DEUS escrito por Eric e Leslie Ludy. É mais uma das histórias reais de dois corações que se uniram em amor.

A bíblia também é um livro de histórias de amor. Pudemos aprender essa semana quanto Deus exemplificou o amor e quanto Ele quer ver o amor em nós. Ele quer que vivamos o amor e dessa forma termos uma pequena percepção do amor Dele. “Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, o casamento é utilizado para representar a união amorosa e sagrada entre Cristo e Seu povo. Para Jesus, a alegria da festa de casamento apontava para a alegria daquele dia em que Ele levará Sua noiva para a casa do Pai.” Se não vivemos mais amor em nossos dias, não temos nem o desejo nem a alegria de vivermos assim, de nos encontrarmos com Cristo.

Você pode já estar desacreditado de que existe amor verdadeiro, não só você, o mundo inteiro está. Isso tem mudado muito e muitas coisas se perderam, mas não jogue fora o amor, acredite no amor, Deus fez o amor para vivermos. E quando você vive um pouco de amor, sua vida ganha novo sentido, novos motivos, novas cores. Deus quer também que o amemos assim. Ele quer nos ensinar que esse amor é nada comparado com o amor Dele por nós. “A Bíblia insiste em afirmar que Deus ama de modo ardente.” Ele nos ama muito!

“- Sim, meus amigos, disse Miguel, é verdade! Nosso glorioso Criador está escrevendo o enredo para milhares de pessoas que tenham as mais puras histórias de amor. Ele está apenas esperando que os jovens casais aceitem os papéis de personagens principais! Os anjos se entreolhavam com uma expectativa jubilosa.

– Tudo o que precisamos é levar uma mensagem muito importante para os filhos que estão lá embaixo na terra. Se os jovens lá da terra entenderem essa mensagem, eles permitirão que o Diretor Mestre escreva suas histórias de amor. Então, meus amigos, teremos a grande possibilidade de gastar nossos gloriosos anos assistindo a produções como essa que acabamos de ver hoje!

– Qual é a mensagem? perguntou a multidão celestial.

– É simples, respondeu Miguel. Tudo o que eles precisam saber é que o Criador do Universo… ADORA ROMANCES!”

Que Deus te presenteie com um amor à maneira dEle. Que sua vida seja um exemplo de amor. Que o Criador escreva o romance da sua vida. E que a sua vida de amor seja um exemplo para outros e um pequeno vislumbre do amor de Deus por seus filhos.

Um abraço e feliz sábado!

Jacqueline Alves

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Jesus e o Romance – Qui. 22/03

Conhecemos bem a história apresentada na lição de hoje. Jesus, três dias depois do período que estava no deserto, partiu para uma festa junto com a sua mãe e os discípulos. Uma festa linda, cheia de música, comida, bebida e diversão. Uma festa onde o mais puro amor era celebrado e selado.

Sendo só mais um dentre os convidados daquela festa de casamento, Jesus se divertia e conversava com todos. O intuito era aproveitar a festa e compartilhar da felicidade dos noivos. A festa estava perfeita até que, como sabemos, o vinho acabou. O liquido principal havia se findado. Podemos imaginar o desespero dos noivos que calcularam para que não faltasse nada, porém foi inevitável.

Não sabemos ao certo o motivo do fim do vinho, mas sabemos o propósito. O primeiro milagre de Jesus fora realizado naquela noite. O primeiro vislumbre da Sua glória foi manifestado numa festa de casamento.

A orientação de Maria pedindo que os servos fizessem exatamente tudo quanto fosse ordenado é o ponto-chave para a realização do milagre. Ao encher os potes com água, os servos não faziam ideia do que viria a seguir, porém encheram conforme indicação de Cristo.

Ao Jesus transformar toda aquela água em vinho fez com que a festa tomasse um novo sentido. Não digo que o sentido inicial foi retomado, pois além da superioridade do vinho transformado sobre aquele distribuído no decorrer da festa, Cristo deixa de ser um convidado comum e passa a fazer diferença na vida dos noivos. Ele intervém para que a celebração continue conforme planejado. Cristo se preocupa com os noivos, auxilia na durabilidade da festa e faz com que o casal seja bem visto pelo mestre de cerimônias. Definitivamente, a festa tem um NOVO sentido.

“…mas você guardou o melhor até agora!” João 2:10 A Mensagem

Sem nenhum intuito, a não ser demonstrar amor incondicional, Jesus transforma. Ele vê nossa maior necessidade e só pede que nossas atitudes sejam de acordo com a vontade dEle para que o melhor dEle seja visto em nós. Ele precisou ser convidado para a festa. Ele precisou fazer parte daquela celebração para que a transformação viesse por meio dEle. O casal, sem receio algum convidou Jesus para estar no meio deles e fora recompensado. E não foi uma recompensa qualquer. Jesus fez questão de dar o melhor para benefício daqueles que o quiseram perto.

Jesus não precisou ser o convidado de honra. Não precisou estar em um lugar separado na festa para poder demonstrar sua glória. Não almejou ser glorificado e exaltado após a transformação. Ele precisou apenas ser convidado a estar no meio daquela celebração e ter uma obediência inquestionável para que a transformação fosse completa.

Bom restinho de semana!

Rafael Alves

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O amor de Deus – Ter. 20/03

O livro de Gênesis mostra, desde o início, que o romance devia ser uma parte fundamental da experiência humana. Um homem com uma mulher, ponto final. Esse era o ideal de Deus, o modelo bíblico que exemplificava o que o amor romântico devia ser.

É igualmente fascinante a frequência com que a Bíblia usa a imagem do amor, do casamento, para descrever o tipo de relacionamento de amor que Deus busca ter com Seu povo. Nada deve ser mais íntimo do que o relacionamento entre marido e esposa, exceto a relação individual de uma pessoa com Deus. Ele o demonstrou de muitas maneiras poderosas. A maior delas, é claro, foi a cruz e o que nela aconteceu. Que outras provas precisamos do amor de Deus por nós além das que foram dadas no Calvário?

O verdadeiro sentido do amor

Nos tempos atuais, o sentido de amor tem se tornado um clichê, comum e corriqueiro, mas, geralmente, destituído de seu real sentido. Nesse contexto, reproduzi o ensinamento do pastor Edilson Valiente: “No sentido bíblico, no entanto, o amor é descrito por Jesus como totalmente destituído do “eu quero”, “eu desejo”. A verdadeira felicidade está “em” amar de forma desinteressada. Amar, biblicamente, é dar-se, entregar-se, servir o outro com extrema afeição. Amor é entrega! Aquele que pensa que amor tem que ver com “agradar a si mesmo” está objetivamente em oposição ao verdadeiro sentido do amor. “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu filho único…”(Jo 3:16). Assim, o amor bíblico é em natureza heterocêntrico (centrado no outro) em vez de egocêntrico (centrado em si mesmo).

Além de entrega, o amor ainda possui três elementos que completam seu significado: compromisso (fidelidade), intimidade (sexo, no sentido humano) e dedicação de tempo.

Quem ama, assume um pacto, um concerto, uma aliança de fidelidade, compromisso. O compromisso de Jesus, estabelecido antes da fundação do mundo foi o que O fez demonstrar o maior amor possível à humanidade na cruz.

O casal cristão deve entender que a verdadeira felicidade está em um entregar-se ao outro, especialmente nos momentos íntimos. É o esposo buscando satisfazer as necessidades de prazer da esposa e vice-versa. Quando o sexo é a busca da satisfação própria, egoísta, não é realmente originado no amor e não leva à felicidade.

Quem ama também dedica tempo. Tempo para os filhos, para a família. Tempo não é apenas medido em qualidade, mas, principalmente em quantidade.

Percebe-se no contexto de Efésios 5:21ss o sentido de amor que Paulo estabelece como genuíno entre marido e esposa. O marido ama (entrega-se) à esposa. Essa, por sua vez, se sujeita ao esposo. Amar e sujeitar-se são expressões sinônimas no contexto bíblico. Isto é, no verdadeiro relacionamento de amor, há uma inter-relação de entregas, de sujeições, em nome do amor. Percebam que no contexto, essa é a forma pela qual Deus ama Sua igreja e essa deve responder com o mesmo valor.

Amor genuíno, cuja fonte essencial é Deus, é a única fonte de felicidade humana. Para um cristão, amor não é um clichê, é uma experiência de felicidade!

O Casamento cristão se difere dos demais

“Como todas as outras boas dádivas de Deus concedidas para a conservação da humanidade, o casamento foi pervertido pelo pecado; mas é desígnio do evangelho restituir-lhe a pureza e beleza” (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 64).

“Alcançar a devida compreensão da relação matrimonial é obra da vida inteira” (Ellen G. White, O Lar Adventista, p. 64, 105).

Tanto a mulher como o homem se tornam verdadeiramente felizes não apenas por poderem desfrutar da intimidade um do outro, mas por poderem experimentar o verdadeiro sentido do amor bíblico. Vivendo sob um regime de intersujeição sob a perspectiva de Cristo, estaremos restaurando o sentido do casamento às suas dimensões edênicas.”

Boa semana!

Júlio César

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