Archive | abril, 2012
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Primeiro o mais importante – Seg. 30/04

“Não podemos reivindicar qualquer coisa com base em nossos próprios méritos, mas a nossa capacidade vem de Deus.” II Coríntios 3:5

Por volta das nove horas da manhã, um garoto entrou em nossa sala de estudos da Bíblia para adolescentes. Impossível não notar como ele, exteriormente, era diferente de nós. Cabelos compridos com pontas desalinhadas, boné, piercing, bermuda, tenis, camiseta, mochila e um skate.

Apesar das visíveis diferenças, o tratamos com amor, atenção e carinho. No próximo sábado, no mesmo horário, aquele garoto voltou com seu skate, vestido da mesma maneira para mais um estudo. Depois de algumas semanas ele trocou a bermuda por um jeans e o skate por uma Bíblia.

Muitas vezes, o primeiro contato com a verdade ocorre por meio de um gesto de amor.

Estávamos felizes com o envolvimento e o interesse dele. A surpresa foi geral quando ele chegou com o cabelo cortado, camisa e calça social. Quanta mudança! Essa mudança chamou a atenção de outras pessoas. Muitas ficaram interessadas em ajudar no crescimento espiritual daquele garoto. Disseram que aquela classe de estudos era “pouco” para ele.

Passaram então a explicar tudo o que ele precisava fazer para ser salvo e estar no céu. O que poderia comer, que músicas deveria ouvir, que lugares poderia frequentar. Achavam que o alimento mais sólido era o que ele precisava! Mas, infelizmente a frequencia dele não era mais como antes. Ligamos, enviamos mensagens, visitamos, mas ele passou a estar sempre ocupado demais, um dia voltaria.

Por várias vezes fui questionada sobre o que poderíamos fazer para que aquele garoto voltasse a frequentar as nossas aulas. Aparentemente tínhamos feito tudo certinho.

Só uma dieta equilibrada pode garantir um crescimento saudável.

Não esperamos que uma criança faça trabalhos do nível universitário, mas, muitas vezes, em nossa bem-intencionada avidez em testemunhar, tentamos oferecer o “alimento sólido” da Bíblia para alguém, antes de estabelecer, primeiramente um relacionamento pessoal e a compreensão dos ensinamentos básicos da Bíblia.

Aquele garoto deveria receber o alimento espiritual conforme sua capacidade de assimilação. Ele precisava de leite! Precisava começar com as verdades simples, voltadas para o relacionamento e prosseguir até as verdades mais decisivas que o levaria ao comprometimento.

O excesso da palavra de Deus, no momento errado, pode ser prejudicial.

Infelizmente um dos maiores erros que cometemos é imaginar que todos são iguais e que existe um método “tamanho único”. Temos que ter sensibilidade, sabedoria, equilíbrio para não pregar os temas mais profundos enquanto as pessoas não possuem maturidade espiritual suficiente para entendê-los e responder a eles.

Seja qual for o método que você usará ao interagir, ensinar, pregar, testemunhar, evangelizar, esteja atento ao princípio de que “primeiro o leite (temas simples do evangelho para começar um relacionamento) e, em seguida, o alimento sólido (verdades mais profundas e mais decisivas que levam a um compromisso firme)”.

E quanto a você? Não se contente em ser um “bebezinho” para sempre! Deseje o alimento espiritual sólido, nutritivo, adequado para os que têm progredido no conhecimento das coisas divinas. Chega de viver em um nível espiritual baixo, permanecendo nas verdades superficiais que não exigem muita reflexão nem investigação profunda. Chega de guloseimas do fast-food religioso. Se entregue, se comprometa, seja semelhante a Jesus, e para isso, você precisará agir, mas não esqueça, com discernimento e AMOR.

Tatty Barreto

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Mãos de Deus – Dom. 29/04

Todos nós somos gratos pelas coisas que recebemos neste mundo. Temos moradia, comida, o que beber e o que vestir; muitas vezes vejo pessoas falando de seus ganhos materiais, de seus feitos, e esquecemos de que tudo por incrível que pareça foi Deus que nos deu e não O agradecemos.

No nosso dia a dia passamos por lugares e vemos pessoas que não tem comida, roupas ou moradia. Essas pessoas por não terem a mesma instrução que eu e você tivemos, acabam se apegando as drogas ou algum outro vício que os fazem se esquecer por um leve momento o sofrimento que passam, mas nós temos o conhecimento da verdade que é Deus.

A irmã White, nos diz claramente: “Não é o que se fala, não é o que se professa, nem a piedade e religiosidade que se afirma ter valor diante de Deus, mas as Obras de Justiça que revelam um caráter Cristão.” (Comentários de Ellen G. White).

Em Mateus 25:35-40 fiz assim: “Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me deste de beber; era forasteiro e me acolhestes;
Estava nu, e me vestistes; adoeci, e me vestistes; estava na prisão e fostes ver-me
Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? Ou com sede, e te demos de beber?
Quando te vimos forasteiro e te acolhemos? Ou nu e te vestimos?
Quando te vimos enfermo, ou na prisão e fomos visitar-te?
E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizeste a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a min o fizestes.”

Esses versos nos mostram com mais ênfase a vontade de nosso Deus.

Em nossa igreja há um departamento chamado ASA – Ação Solidária Adventista. Esse departamento é responsável por ajudar às famílias ou pessoas desamparadas e necessitadas. Vocês já ajudam ou pensaram em ajudar este departamento?

Vocês sabem o número de pessoas atendidas pela ASA? Talvez sua igreja esteja precisando de você neste momento, para ajudar esse departamento.

Os 10 Mandamentos foram escritos em 2 tábuas, e uma dessas tábuas nos mostra claramente o “amor ao próximo”. A irmã White diz: “Obedecer a lei de Deus, significa atuar como Mão de Deus, aliviando as necessidades da humanidade sofredora, não importando credo ou crença.” (Comentários de Ellen G. White).

Deus não olha seus ganhos ou seus bens. Ele olha seu interior e suas intenções. Todos fomos criados por Ele, nosso pai celestial, portanto todos somos irmãos.

Que a partir de hoje você seja uma Mão de Deus e possa levar esperança, alegria e bondade a quem necessita.

Que a Paz do senhor esteja convosco.

Felipe Lenin

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Há algo escrito em você – Qui. 25/04

Mais uma vez eu havia terminado minha lição bem antes da aula acabar. Levei minha apostila para o professor corrigir e voltei correndo para minha mesa em busca da minha leitura da semana. Peguei o livro (volume 7) do Harry Potter que estava na mochila e continuei a leitura de onde havia parado. Para minha surpresa uns 20 minutos depois o professor se aproximou da minha carteira:

– Você não disse que era adventista?
– Sim – eu respondi.
– Eu não acho que você deveria ter esse tipo de leitura.

Típico de mente adolescente, ao invés de reconhecer meu erro demonstrei minha revolta pelo “julgamento” do meu professor:

– Ser adventista não significa que eu seja santa! – retruquei.

Por mais que esta última afirmação esteja correta não muda o fato de que minha vida não representava minha profissão de fé.

Três anos depois eu vivi uma experiência totalmente oposta. Eu havia descoberto novas leituras e as estava lendo com muito mais entusiasmo do que aquelas leituras seculares.

Eu costumava chegar muito cedo na faculdade, quase uma hora antes da aula começar. Me sentava perto da janela, contemplava os belos raios do sol de cada manhã. Naquele dia não foi diferente, fixei meus olhos no céu e senti o calor fresco do sol a me envolver. Peguei o livro que estava na mochila, e comtemplei a capa pela oitava vez. “O Batismo do Espírito Santo”. Novamente olhei para as nuvens, dei um sorriso e disse:

– Senhor, me ajuda a compreender. (Aprendi com o tempo a sempre pedir ajuda para compreender qualquer livro religioso, principalmente a bíblia).

Alguns minutos depois, uma jovem se sentou ao meu lado e depois de muito me observar [lendo] perguntou de que igreja eu era. Respondi prontamente e perguntei sobre ela, se tinha religião e qual era. Demonstrei meu interesse ao interagir com ela em nosso diálogo sobre religião.

Outras meninas foram chegando e ao nos ouvir conversando começaram a entrar na convesa também. Frequentamente eu relatava algumas das verdades que conheço a respeito de Deus.

Um pouco antes de começar a aula, uma garota (minha amiga até hoje) afirmou:

– Nunca conheci alguém que se importa com Deus tanto quanto eu até te conhecer hoje.

Há algo escrito em nosso semblante, nossos gestos, comportamento e até na forma de falar. De alguma maneira outras pessoas são capazes de ler o que está escrito em você. Uma simples troca de palavras mostra o que está escrito nas tábuas do seu coração.

“Estando já manifestos como carta de Cristo, (…) escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações.” 2 Co 3:3.

Fica claro porque Cristo se importa tanto em fazer morada em nosso ser através do Espírito Santo, não só para nos salvar mas para salvar outras pessoas através de nós. “É desejo de Deus que toda humanidade seja salva. (…) É o desejo de Deus que Seu povo seja uma carta viva, comunicando Seu amor.” (Lição do Jovens)

Para ser essa carta você precisa estar conectado a Cristo!

Existem duas bases para se obter essa ligação:

A oração – “Orai sem cessar” (I Tess 5:17). Pois “não fará Deus justiça aos Seus escolhidos, que a Ele clamam dia e noite?” (Lc 18:7). “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação” (Mc 14:38).

Conhecer a Bíblia – “Santificai-vos na verdade, a Tua palavra é a verdade” (Jo 17:17). Disse Cristo: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14:6)

Com esse estilo de vida seguimos o conselho de Cristo: “Permanecei em Mim, e Eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em Mim” (Jo 15:4).

Como consequência, as pessoas vão ler em você a imagem de Jesus, vão encontrar a verdade (seu conhecimento da Bíblia), vão encontrar o caminho (seu conhecimento da Salvação), vão encontrar a vida (Cristo). E tudo isso porque Ele habita em você!

Gladys Angélica

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Piscina ou Aquário? – Qua. 25/04

Eu tenho um hobby um pouco estranho pra alguns: eu gosto de ler o dicionário. Na verdade, o que eu gosto mesmo, é de procurar sinônimos para palavras comuns.

E nessa minha brincadeira de “caça-palavras”, às vezes me impressiono como existem diversas palavras que representam a mesma coisa. Ao mesmo tempo me impressiona como algumas palavras são usadas com freqüência, compreendidas, mas distanciaram-se do seu significado original. Vou dar dois exemplos:

Você sabe o que é uma piscina, certo? Mas você sabe o que significa a palavra “piscina”? Piscina é um recipiente onde se coloca peixes. Por isso a raiz “piscis”, que significa peixe em latim. São palavras derivadas: psicultura, psicultor etc.

E você sabe o que é um aquário? E o significado da palavra “aquário”? Aquário é um recipiente onde se coloca água. Deriva do termo latino “aqua”.

Aposto que agora você até se divertiu, e o meu hobby deixou de ser tão estranho, certo? (Risos).

Existe uma outra palavrinha que também ficou um pouco desgastada com o tempo, e até esquecida. Mas com essa, a mudança não ocorreu no seu significado, mas na sua aplicação prática: ACOLHER.

Acolher não é apenas receber em sua casa, mas, no seu alcance original, significa receber com agrado, com alegria, tratar como um dos seus.

Decorre do ato de acolher a proteção, o cuidado, o carinho, o conselho, o suporte, o pastoreio.

O acolhimento é ato que será avaliado por Jesus quando Ele voltar, porquanto se trata de atitude natural dos realmente convertidos:

“Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;
Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me;
Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me.
Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos?
E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te?
E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.”
(Mateus 25:34-40).

E a recompensa não pára por aí! Quando você estiver lá no céu, o próprio Jesus, numa das caminhadas que faremos com Ele, vai ver ao longe um anjo e chamá-lo, e, assim que o anjo se aproximar, vai virar pra você e perguntar, referindo-se ao anjo: “Você se lembra dele?”. E você, espantado com a pergunta, vai retrucar: “Como assim, Senhor?”. E Jesus: “Ué, você o acolheu em sua casa alguns anos atrás! Não se lembra?”. E, então, nessa hora você vai se lembrar de um verso que você leu hoje neste Comentário Jovem, e passou a praticar a partir de então:

“Não vos esqueçais da hospitalidade, porque por ela alguns, não o sabendo, hospedaram anjos.” (Hebreus 13:2).

José Sérgio Miranda

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A Revolução do Coração – Seg. 23/04

“Para que venham a tornar-se puros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e depravada, na qual vocês brilham como estrelas no universo.” Filipenses 2:15

Passo longas horas na frente do computador, estudando, trabalhando, me divertindo. Para escrever o comentário dessa semana decidi fazer diferente. Escolhi um lugar especial onde pudesse ver pessoas, a natureza, sentir a presença de Deus… Mas dessa vez, sem o computador! Risos…

O lugar escolhido tinha árvores, água, gramado e bem distante, garotos jogando futebol.

Estudei a lição e minha mente ‘viajou’ pensando a respeito do tema. Compaixão, o que falar a respeito dela?

Nesse instante percebi que os jogadores se aproximavam do meu local de estudo. Paralelo a eles vinha um rapaz que aparentava ser um catador de latinhas. Percebi também que bem como eu, ele olhava para os jogadores. Eu pensativa, ele sorrindo. A cena me chamou a atenção.

Quando os jogadores e o catador de latinhas se encontraram, vi que ele, o catador de latinhas, fez aquela ‘pose’ que os garotos fazem quando querem ‘pegar’ a bola. O jogador que estava dando chutinhos na bola olhou para ele, fez que ia chutar, virou e não chutou. Continuou caminhando com os amigos como se nada tivesse acontecido. Deu tempo de ouvir o catador de latinhas dizer, ainda sorrindo, mesmo sem ter chutado a bola: ‘que vontade de jogar bola! Faz tempo que não faço isso!’ Nossa! Meu coração ficou apertado! Nesse instante ouvi um ‘estralo’ na minha mente: que falta de COMPAIXÃO desses garotos!

Compaixão é ter a sensibilidade de saber o que o outro precisa naquele momento. É muito mais do que sentir dó, piedade, ‘peninha’ por uma pessoa, mas é ir até o próximo para salvar-lhe a vida, trazer-lhe água, alimentos, agasalho, calor humano e, se preciso, morrer por ele.

E qual era a necessidade do catador de latinha naquele instante? Roupa? Comida? Moradia? Não! Ele precisava apenas, chutar uma bola! Quem me conhece sabe que se tem uma coisa que não gosto é futebol, mas que vontade de ter uma bola e jogar uma partidinha com ele! Hahaha (Estou sendo muito sincera!)

Já percebeu quantas vezes agimos como aqueles garotos e não temos compaixão? Quantas vezes temos caído na armadilha humanista de cuidar mais de satisfazer as necessidades materiais das pessoas e temos esquecido de reforçar os princípios de caráter e responsabilidade que emergem do evangelho de Jesus Cristo?

A compaixão nos leva a agir!

Compaixão requer ação com paixão. É uma espécie particular de trasbordamento amoroso, que pode ser vivenciado de diferentes maneiras. Basta tirar o foco do nosso EU e colocar o foco no PRÓXIMO.

Uma pergunta que se deve fazer ao sentir a compaixão nascendo dentro do peito é: ‘de que forma posso ajudar AGORA?’

Acolher com ternura. Dar dinheiro, comida ou trabalho. Promover alegria. Exercer a paciência e tolerância. Estar perto em silêncio. Dar um abraço apertado. Dar uma bronca! Até quando gritamos ‘não faça isso’ e interrompemos uma ação negativa, para o bem da pessoa, também é compaixão.

Enfim, a resposta pode ser essas ou muitas outras! Mas a condição essencial é que qualquer uma dessas ações parta de um coração sincero e que corresponda ao que é preciso naquele instante. Porque ainda que se acolha com ternura, propicie meios, ainda que procure despertar a coragem, se não oferecer amor, todas as outras formas de compaixão ficam quase sem sentido.

Até quando faremos doações vazias e acharemos que isso é compaixão?

Nunca sabemos quando ou como nossas palavras e ações afetarão as pessoas ao nosso redor. Ter uma vida cristã genuína é viver como Cristo viveu, caminhar pelos caminhos que Ele escolheu e falar as palavras que Ele falou.

O trabalho de Cristo com as pessoas demonstrou genuína compaixão e amor. As pessoas iam até Ele porque sentiam algo diferente. Algo bom. Ele não era como a maioria.

Seremos usados com poder, quando nossos olhos contemplarem o aflito e nosso coração se inclinar a sua necessidade.

Como jovens cristãos, deveríamos tratar as pessoas como Jesus as trataria: com bondade, compaixão e amor. Com nossas próprias forças será impossível ter compaixão, testemunhar, evangelizar, revolucionar o nosso coração, mas temos o poder dado pelo próprio Jesus, o poder do Espírito Santo, que nos capacita para todo o trabalho.

O amor a Deus faz surgir amor pelas pessoas. Quando o testemunho vai acompanhado do amor de Deus, ele se torna poderoso. Quando vai acompanhado do amor pelas pessoas, ele se torna eficaz.

Vamos ser mais do que jovens cristãos que frequentam a igreja, vamos ser “como estrelas que brilham no universo”. Pequenos atos de bondade nos diferenciam dos outros. Pode ser que ninguém note o que você fez, mas Deus vê. Ele sabe de tudo, e fica muito feliz quando você estende a mão para o próximo. Tente fazer isso hoje, você vai gostar.

Tatty Barreto

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