Archive | abril, 2014
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Tempo de Alegria – Ter. 29/04

Demonstrar que o sábado é um dia de alegria, não é difícil para mim. Nasci num lar adventista onde meus pais nos ensinaram a aguardar o dia do sábado com grande expectativa e prazer.

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No inicio do sábado (sexta-feira à noite), meu irmão, minha irmã e eu juntamente com meus pais fazíamos uma linda programação com músicas, experiências, citações de versos bíblicos e histórias (não vou contar minha idade, mas sou da época que as histórias eram em slides: O sonho do Ricardo, A lebre e a tartaruga e A galinha carijó). Após o culto, que era dirigido pelos irmãos, meu pai fazia uma surpresa oferecendo-nos um lanche à luz de velas. Em todo o decorrer do sábado, toda a programação era de muita felicidade para todos nós. E trazíamos alguns amigos e primos para desfrutar conosco da felicidade do sábado.

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Se transformarmos o sábado como um dia cheio de regras, como os judeus faziam (39 leis para guardar o sábado) ele será um dia pesado que muitos vão querer desistir de guardá-lo. Muitas pessoas não adventistas, falam que gostam da nossa igreja, mas não guardariam o sábado porque “nele não se pode fazer nada”. O sábado é um presente que Deus nos deu e deve nos trazer muita alegria porque nele recebemos bênçãos e podemos reparti-las com as pessoas através de visitas, reunião de amigos, louvor e adoração a Deus.

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Reservemos pois, o dia do sábado como um dia santo, glorificando ao nosso Deus com alegria, sem que ele seja um fardo para nós e que possamos nele fazer o bem ao nosso próximo.

Patricia Spissoto e Iris Cardoso Spissoto

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Contagem regressiva para o próximo feriado – Seg. 28/04

‘Porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou’. Exôdo 20:11

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‘Jura que o feriado é só semana que vem?, ‘uhuuuu feriadoooo’, ‘feriadão, YES!’, ‘Eu amo feriado’, ‘Keep calm and aproveite o feriado’, ‘sorria, tem feriadão para a nossa alegria’, ‘feriado a vista’, ’não chora! Essa semana tem feriado’, ‘feriado, chegue logo, vou lhe usar’, foram as frases que mais li nos últimos dias nas Redes Sociais antes dos feriados, e no dia seguinte do feriado o que eu li? ‘Acabou o feriado e você vai ter que trabalhar’, ‘o feriado acabou e o próximo ainda está bem longe’, ‘como assim já acabou o feriado?’, ‘poxa, não é que o feriadão acabou?’,’ força na peruca, vai começar tudo de novo!’ ‘Espero o ano todo por um feriado e ele passa que eu nem vejo’.

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Quanta alegria e quanta tristeza por causa de um feriado! O fato é que os feriados fazem parte de nossa cultura. Tenho um amigo que antes de iniciar o ano já pesquisou todos os feriados, memorizou quando será cada um deles, quantos dias de descanso terá e já fica ansioso esperando que cada um deles chegue logo, mesmo que nesse dias não irá fazer absolutamente nada! E bem como ele, muitas pessoas esperam ansiosamente para o Carnaval, para a Páscoa, para o Primeiro de Maio, para o 9 de Julho (aqui em São Paulo), Finados, Natal e Réveillon. Mas me diz, existe coisa melhor do que tirar uma folguinha no meio de uma semana agitada?

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Particularmente não espero ansiosamente por esses feriados nacionais, pois tenho o privilégio de desfrutar de um ‘feriado semanal’! Durante seis dias desenvolvo atividades pessoais e profissionais e no sétimo dia – sábado – faço uma pausa dessa rotina e desfruto de um tempo especial com a minha Família, com os meus Amigos e dedicamos um culto de louvor, adoração e gratidão ao Criador. Você pode até me dizer que posso fazer isso outro dia da semana e concordo, sim, eu posso! Mas a’ Bíblia diz que em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, abençoou o dia de sábado e o santificou’. Então creio que este é um dia especial e sigo na contagem regressiva para o meu próximo ‘feriado’!

Tatty Barreto

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Destino Extraordinário (Uma História Real) – Dom. 27/04

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Sou adventista há 15 anos. Passei um bom tempo guardando o Sábado no automático. Quando o minuto exato da entrada do Sábado chegava, eu era como um daqueles robôs de desenho animado. Desligava e meu corpo envergava para frente como sem bateria. Para no segundo seguinte me reerguer com um sorriso igualmente automático dizendo com voz metálica “Feliz Sábado!”.

Não lembro exatamente quando foi. Mas lembro como foi. Um dia, ao se aproximarem as horas do Sábado…minutos antes…algo aconteceu. Meu coração, que até então estava pesado por uma semana repleta de aflições, problemas, e reticências…de uma forma inexplicável, encheu-se de paz. E pela primeira vez em minha vida, recebi o Sábado com serenidade. O mundo a minha volta passou a não ter tanta importância como tinha segundos antes. As pessoas começaram a se mover em câmera lenta, o chão ficou mais macio, e uma música preencheu o coração.

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Me senti como se estivesse entrando em outro mundo. Outro universo. Uma realidade alternativa. Um mundo onde problemas até existiam, mas não importavam. Um lugar onde as humilhações sofridas, os insultos recebidos, as agressões cometidas contra mim, eram passado. Por que agora, eu era da realeza. Eu tinha um lugar a mesa do Rei. E quando as horas dessa dia maravilhoso estavam próximas do fim, uma tristeza tomava conta de mim. Porque em breve toda a beleza sem fim, acabaria.

Sempre me perguntei, porque não podia ficar. Sempre me perguntei porque era permitido que eu voltasse e sofresse. Porque eu só poderia desfrutar daquele momento de finita eternidade, por apenas 24 horas?

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Com o tempo entendi. Num cachorro vira-lata fazendo festa para mim na rua, na gargalhada de um bebê, no encanto de uma mulher grávida, no abraço dado por uma criança, na rosa recém desabrochada, na visita inesperada de uma borboleta, no cheiro da terra molhada pela chuva, na imponência de um cavalo pastando no campo, no carinho dado pelo gato ronronando, numa revoada de pombos, numa canção tocada por um músico de rua, num poema despretensioso, no nascer e pôr do sol, num céu estrelado, num beijo apaixonado no meio da madrugada. Aprendi a reconhecer a beleza escondida no mundo.

Me era permitido “sofrer” nesse mundo, para aprender a não sofrer. Aprender a amar quem como eu, sofria de desamor. Aprender a ensinar ao meu próximo a reconhecer a beleza ao seu redor. E aprender a não achar que era mandado para o exílio depois do fim do Sábado. Aprender que ter saudade não é sofrer. Ter saudade é amar. Eu tinha saudade a semana toda. E a saudade me fez amar mais aquele lugar. E a querer mais. E assim, transformei meus demais dias, em imitações daquele dia. Imitações são só imitações. Mas ajudam. Não me livrava dos problemas. Não fugia das aflições. E nem mesmo escapava das agressões. Mas vivendo nestes dias, do mesmo jeito que eu vivia, NAQUELE dia, as dificuldades ficaram mais leves de serem carregadas.

Aprendi a contar as horas nas sextas feiras, para que aquele momento em que tudo entrava em câmera lenta, e eu lentamente me aproximava dos portais. E da mesma forma, aprendi a não contar as horas e nem olhar de 5 em 5 minutos para o relógio, para que o Sábado acabasse e eu pudesse, fazer as coisas que eu sempre fazia. Aprendi que ali era o meu lar.

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O Sábado, se tornou minha Nárnia. E assim tem sido. Até que a Nárnia verdadeira possa ser habitada novamente, até que possa sentar novamente na presença de meu Rei, até que seja novamente da nobreza, tenho um vislumbre semanal…um finito momento de eternidade por 24 horas, que me ajuda a lembrar. Lembrar que um dia será pra sempre. E aprender. Aprender a reconhecer Ele aqui…neste mundo.

“Estou do lado de Aslam, mesmo que não haja Aslam. Quero viver como um Narniano, mesmo que Nárnia não exista.”

Davison Silveira

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O selo de Deus – Sáb. 26/04

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Há um tempo, quando a internet ainda não estava ao alcance de todos, eu tinha o hábito de trocar cartas com meus amigos. Particularmente, sempre gostei de escrever e receber cartas. Eu escrevia com muita frequência, e por isso comprava cartelas de selos para que não fosse necessário enfrentar filas nos correios. De nada adiantaria escrevê-las se elas não fossem seladas, porque não havia outra maneira de fazê-las chegar ao destinatário. Com o selo, elas chegavam ao mesmo, e este sabia quem era o remetente.

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Quando escreveu os dez mandamentos nas tábuas de pedra, Deus tinha o propósito de deixar instruções a respeito de como o Seu povo deveria viver. Para que essa lei pudesse ter credibilidade, era necessário possuir uma assinatura, ou um selo, que deixasse claro quem era o remetente. Podemos ler em Patriarcas e Profetas, p. 307 que “O quarto mandamento é o único de todos os dez em que se encontra tanto o nome como o título do Legislador. É o único que mostra pela autoridade de quem é dada a lei. Assim contém o selo de Deus, afixado à Sua lei, como prova da autenticidade e vigência da mesma.”

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Desta maneira, o sábado é o selo de Deus, um sinal de que Ele é o Criador, Legislador e Mantenedor de tudo o que existe. Mas a pergunta que fica é se realmente temos dado a devida credibilidade a esse selo, se realmente guardamos o sábado como um dia santo e separado unicamente para Deus. É possível estarmos na igreja e não guardarmos o sábado? Sim! Enquanto não deixamos os nossos interesses de lado e nos preocupamos em ter um dia todo dedicado ao Criador, mesmo estando na igreja, deixamos de guardá-lo.

Eu não via a hora de receber uma carta para ter o prazer de respondê-la. O meu desejo é a cada dia da semana ansiar ter o sábado para responder ao amor dAquele que pensou em mim, ao fazer o sábado por minha causa. (Marcos 2:27)

Um Feliz Sábado!

Karen Ferreira

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Cristãos de Superfície – Sex. 25/04

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Geralmente conversa de elevador gira em torno de amenidades, como falar do tempo, de notícias que todo ouviu ou viu na TV. Dificilmente uma conversa com um desconhecido numa fila de banco, num ponto de ônibus será profunda. Falamos somente sobre o que é superficial, sobre aquilo que não nos comprometa.

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Já parou para pensar que às vezes com Deus agimos da mesma forma, superficialmente? Oramos de forma mecânica, procuramos obedecer só para parecer bonzinhos ou certinhos. Queremos mostrar o que não somos. E ainda mais, viramos “ledores” da Bíblia e não leitores. Afinal, pra que se aprofundar tanto assim nas verdades, se seremos julgados pelo que conhecemos? Para que saber tanto? É dessa forma, infelizmente, que pensamos!

Tornamo-nos cristãos de superfície, sem profundidade, sem comprometimento. Mas Jesus, nos mostra que devemos ir além, andar a tão falada segunda milha. Sair do óbvio. Está “na cara” que não devemos matar, mas devemos continuar machucando as pessoas com as palavras e matando-as aos poucos? É muito claro que temos que amar nossos amigos e familiares, mas e orar pelas pessoas que nos fazem mal?

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Jesus sai do inquestionável e nos faz pensar. Faz-nos deixar o evidente, o certo, para ir mais fundo. Faz-nos examinar nossa conduta e pensar: será que o que eu faço é suficiente? Será que basta ser um cristão comum? Ele nos adverte: “Querem uma medalha por cumprimentar apenas os que são simpáticos com vocês? Qualquer pecador desqualificado age assim.” (Mt 5:47 AM)

“Resumindo, o que quero dizer é: cresçam! Vocês são súditos do Reino; tratem de viver como tais. Assumam sua identidade, criada por Deus. Sejam generosos uns para com os outros, pois Deus age assim com vocês.” (Mt 5: 48 AM)

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Aprofunde-se nisso! Aprofunde-se em Deus!

Olívia David Begnália

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