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Jesus: o segundo Adão – Qui.05/08

Jesus: o segundo Adão

 O pecado de Adão versus a remissão dos pecados por Jesus. Por um homem entrou o pecado no mundo e por um homem o mundo recebeu o perdão. Jesus e Adão… a história da redenção!

 Na lição de hoje podemos estudar o significado de Jesus ter vindo para pagar os pecados do mundo, ou seja, o pecado entrou no mundo por um homem (Adão) e é justificado também por um homem (Jesus). O que serve de complemento para o nosso estudo, é que precisamos entender que não poderia qualquer homem a se oferecer para que fosse pago o preço da remissão dos pecados da humanidade. Por exemplo, a morte de Abel não remiu os nossos pecados, a morte de outros antes de Cristo não foram o salário do pecado da humanidade caída. Então porque a morte de um homem chamado Jesus pagou? Entenda que este Homem não era um ser comum…

 A igreja Adventista se posiciona sobre Jesus ser o segundo Adão, o que significa que Cristo não tinha uma natureza pecaminosa assim como Adão em sua criação não tinha. Em palavras mais técnicas, Jesus tinha a natureza pré-lapsariana (antes da queda). Segundo a explicação do Dr. Alberto Timm, a Igreja Adventista crê que Cristo veio com as duas naturezas humanas de Adão. Em certo sentido antes da queda e em outro, depois da queda.

 1.      É pré-lapsariana (idêntica a de Adão antes da queda) no sentido moral e espiritual. Não tinha pendor para o pecado, não tinha paixão ou qualquer inclinação para pecado.

2.      É pós-lapsariana (idêntica à nossa) no sentido físico e morfológico. Jesus sentia frio, fome, sede, cansaço e veio na estatura dos homens de sua época.

 Esta fusão de naturezas é que torna o homem-Deus, Jesus, Apto, Santo e Capaz de tomar sobre si as nossas culpas e através de sua morte nos Justificar.

 “O paralelo entre ambos (Adão e Jesus) realça, por meio de contraste, o valor do plano de Deus. O contraste é entre o pecado do primeiro e a justiça do Segundo, e suas opostas consequências para a raça humana: morte e vida. Tanto o pecado de Adão como a justiça de Cristo são vistos como atos históricos que resultam em dois poderosos princípios que atuam no homem: o pecado e a graça. Adão e Cristo emergem como cabeças de duas completas e distintas humanidades: a perdida, vinculada a Adão pela ascendência biológica (todos descendem dele), e a restaurada, vinculada a Cristo pela fé.” Pr. José Carlos Ramos

 Segundo a literatura inspirada “Cristo é chamado o segundo Adão. Em pureza e santidade, unido com Deus e amado por Deus, Ele começou onde o primeiro Adão começou Ele cruzou o chão onde Adão caiu, e redimiu o fracasso de Adão.”  Youth’s Instructor, June 2, 1898.

 O pecado de Adão (que é o mesmo que dizer os pecados de toda a humanidade) tem como sentença a morte eterna. Por isso o amor de Deus é inexplicável. Ele não precisava de perdão ou de remissão, muito menos sofrer e chegar até morrer uma morte tão cruel. Jesus podia ter  desistido da humanidade, mas ele assumiu nossa forma, veio ao mundo e não caiu. Assim cumpriu o seu  propósito de amor. Alterou, com sua morte, a nossa sentença. Agora todos nós temos à disposição a salvação em Jesus, somos salvos e remidos por Ele.

Jacqueline Alves

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Justificados, pois… – Dom.01/08

A declaração “justificados” significa literalmente “tendo sido justificados”. O verbo grego representa a ação completa. Fomos declarados, ou considerados, justos não por qualquer ato da lei mas por havermos aceitado Jesus Cristo. A vida perfeita de Jesus aqui na Terra, Sua perfeita observância da lei, foi creditada a nós.

Ao mesmo tempo, todos os nossos pecados foram lançados sobre Jesus. Deus considerou que foi Jesus que cometeu esses pecados, não nós, e, assim, podemos ser poupados do castigo que merecíamos. Aquele castigo caiu sobre Cristo, para que nós mesmos nunca tivéssemos que sofrê-lo. Que notícia mais gloriosa pode haver para o pecador?

O verbo grego traduzido como “nos gloriamos” no verso 3 é o mesmo traduzido como “gloriamo-nos” no verso 2. Assim, existe uma clara conexão entre os versos 2 e 3. Os que são justificados podem se gloriar na tribulação porque depositaram fé e confiança em Jesus Cristo. Têm confiança de que Deus conduzirá todas as coisas para o bem. Consideram uma honra sofrer pela causa de Cristo (Veja 1Pe 4:13).

Note, também, a progressão dos versos 3 a 5:

1. Perseverança. A palavra grega traduzida dessa forma é hupomone, que significa “firme resistência”. Esse é o tipo de resistência que a tribulação desenvolve naquele que guarda a fé e não perde de vista a esperança que tem em Cristo, mesmo em meio a tentações e sofrimentos que, às vezes, podem tornar tão difícil a vida.

2. Experiência. A palavra grega assim traduzida é dokime, e significa literalmente “qualidade de ser aprovado”, e daí, “caráter”, ou, mais especificamente, “caráter aprovado”. Aquele que suporta pacientemente as provações pode desenvolver um caráter aprovado.

3. Esperança. Naturalmente, perseverança e experiência ocasionam esperança, aquela encontrada em Jesus e em Sua promessa de salvação. Ao nos apegarmos a Jesus pela fé, arrependimento e obediência, temos tudo para manter esperança.
 
Em sua vida, qual é sua maior esperança, maior que qualquer outra coisa? Como essa esperança pode ser cumprida em ­Jesus? E pode mesmo? Se não, de onde vem nossa esperança?

Renan

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Fé é Obediencia – Qua.28/07

          Antes de mais nada quero interceder para que o Espírito Santo o ilumine nessa leitura e abra seus olhos espirituais, a ponto de ver a importâcia da fé em Jesus Cristo e ser obediente a Sua lei.

            Quero enfatizar o que a lição nos expõe dizendo sobre um “cabo de guerra” entre a salvação pela fé e a salvação pela observância da Lei.

            Mas vamos agora levar nossos pensamentos para o Monte do Calvário, onde Jesus estava de braços abertos pendurado numa cruz, para cumprir a Sua missão, para pagar o alto preço que o pecado cobrar ao ser vivente. Se pondo em nosso lugar para livrar-nos do pecado e consequentemente dando-nos a salvação de graça.

            Essa deveria ser a nossa meditação todos os dias,horas e minutos, a salvação que Cristo nos deu para vivermos a vida eterna. Porém para recebermos essa dádiva, que é tão simples e tão complexa ao mesmo tempo, precisamos lembrar de que ela custou caro! Caro não para nós, mas sim para Deus “que amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito, para que todo de nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16

            Esse é um verso que é conhecido como a “passagem que leva ao Céu”, esse verso nos mostra qual importância de crermos em Jesus Cristo como nosso Salvador pessoal e mostra que Deus é amor! Mas o ponto que esse verso nos mostra a parte simples da salvação, mostra também a complexidade do entendimento humano sobre essa aceitação. Quando aceitamos esse sacrífio de cruz feito por Cristo, fazemos também o que é consequêcia do amor, que é a obediencia. Jesus nos diz em João 14:15 queSe me amais, guardai os meus mandamentos”.

            Quero ilustra da seguinte maneira: Desde pequeninos aprendemos a amar e respeitar nosso pais por nos mostrar um amor incondicinal. E por amarmos eles tanto assim, respeitamos eles intensamente. E quando os desobedecemos sentimos o sentimento de culpa por ter desrespeitado alguém que nos ama tanto. Assim é com Deus, um amor incondicinal nos fora revelado no Monte do Calvário, para dar a vida eterna ao ser vivente, enviou Seu Filho tão amado para morrer em nosso lugar. E quando aprendemos a amá-Lo, aprendemos a obedecê-Lo.

            Enfim esse “cabo de guerra” entre a salvação pela fé ou pela obediencia da Lei foi vencido por Cristo, nos justificando pelo Seu sangue sagrado e nos ensinando como devemos viver pelos Seus passos. A partir do momento que aprendemos a amar nosso Salvador pessoal, aprendemos a obedecê-Lo também.

            Isso só podemos fazer ligados a pessoa de Jesus, vivendo com Ele, agindo como Ele. Sem Jesus nada podemos fazer.

            Lembrem-se que “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.” Apocalipse 14:12

           Oração: Senhor Deus aqui está o a Tua vontade em nossas vidas. Nos ajude a estarmos mais ligados a Jesus, pensarmos mais na pessoa de Jesus, em Seu sacrífio, em Seu amor! Nos abençoe com a Tua Graça. Te peço não porque merecemos, mas em nome de Jesus Cristo. Amém!

 Gustavo César

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Promessa e Lei – Ter.27/07

Hoje iremos abordar a lição de uma forma diferente.

Imagine o seu filho, caso não você não tenha filhos, imagine o amor que teria por esta criança, o carinho que você iria dar a ela, a sensação maravilhosa de pegar esta criança em seus braços, o sorriso desta ao sentir-se protegida e aquecida, os longos olhares que você dedicaria a ela, prestando atenção a cada movimento em sua silhueta, o contorno de seus lábios, a sua pele de seda, o seu cheiro e os longos momentos que você passaria com ela.

Agora imagine que esta criança cresceu e já possui seis anos, neste momento de sua vida, ela já fala, grita, anda, corre, toma suas próprias decisões e o mundo para ela é um grande parque de diversões. A casa onde você moraria, a cozinha, a sala, o banheiro, o quarto, lavanderia, pense nesta casa sendo um apartamento deslumbrante. Pense em uma sacada onde você  teria plantas, redes para descansar, pássaros a todo momento pousando nas plantas da sacada.

Só que existe um pequeno problema, esta sacada não possui estrutura para fixar proteção e infelizmente você tem que manter a sacada fechada, com uma grande porta de vidro e trancada, pois você não quer correr riscos com o que você tem de mais importante em sua vida, “ o seu filho”.

Durante o decorrer de seu crescimento você além de tomar várias providências de segurança, como por exemplo: esconder a chave, criar uma lei para seu filho, de que jamais, em hipótese alguma, nem que o vidro esteja aberto ele pode ir para esta sacada.

Agora eu pergunto a você : O que levou você a criar esta regra?

A regra foi criada por causa da criança? Foi criada por que você tem amor por esta criança, e não suporta a idéia de perdê-la, mesmo podendo ter outros filhos?

Isto mesmo, nós não temos que guardas a lei para que Jesus nos ame. Ele nos ama independente de qualquer coisa. Suas leis foram feitas para nossa própria segurança, pois longe da luz só há trevas e morte, ou seja, longe da fonte não temos como nos manter vivos, pois não temos nada em nós mesmos.

Abraão através de seu nascimento, através da fé em Deus e para Deus, foi lhe dada a graça da justiça, ele foi o filho obediente que reconheceu que seu pai queria somente seu bem.

Não só com Abraão, mas hoje também, Deus quer apenas nosso melhor, suas leis foram criadas para nosso próprio bem, foram criadas por que Deus não suporta a idéia de nos perder, e por isso criou leis que nos ajudam a sobreviver neste mundo, leis que ajudam na nossa preparação rumo ao céu. Que Deus ajude a todos nos a entender e aceitar seu grande amor por nos.

Marcia e Alexandre Marco

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A Justiça de Deus por Nós – Seg.26/07

 Como pessoas pecaminosas podem se tornar justas?
 Justificação é o termo utilizado em oposto a uma condenação.
 Deus nos perdoa pelos nossos pecados quando nos arrependemos de coração, assim nos tornamos pessoas justas perante a lei.
 De acordo com Steve A. Thomas além do perdão do pecado, a justificação declara que todas as reinvidicações da lei estão satisfeitas com relação ao justificado. É o ato de um juiz, não de um soberano. Ao se tratar de justificação, como relatada na lição anterior não somos justificados pela lei, somos justificados pela fé em Cristo Jesus.
 O que é fé?
 Segundo Ellen White, no livro Mensagens Escolhidas (p.366,367) ” Fé é a condição sob a qual Deus escolheu prometer perdão aos pecadores; não que exista na fé qualquer virtude pela qual se mereça salvação, mas porque a fé pode prevalecer-se dos méritos de Cristo, o remédio provido para o pecado. A fé pode apresentar a perfeita obediência dEle em lugar da transgressão e rebeldia do pecador. Quando o pecador crê que Cristo é seu Salvador pessoal, então de acordo com Suas promessas infalíveis, Deus lhe perdoa o pecado e o justifica livremente”
 A justiça do homem é falha, isso é comprovado diariamente em nossa vida, por diversas vezes eu e você tentamos nos justificar pelo erro do nosso próximo: ” Há eu só menti pra minha mãe,….Fulano de tal matou, roubou, traiu” pra Deus num existe pecadão e pecadinho, independente do pecado se aquele que matou, roubou, traiu se arrepender, e você que mentiu não ele pode estar mais próximo no céu do que você !
 Por vezes achamos que os pastores, anciãos são “quadrados” em pregar e falar daquele nosso pecado acariciado, mas isso ocorre quando sabemos que ele está tocando naquela ferida que temos, mas eles num falam disso por serem quadrados, eles pregam para nós sobre isso porque sabem que ainda há tempo de eu e você nos arrependermos e ficarmos mais próximos do céu.
 “Bem-aventurado aqueles cujas maldades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado” Rom 4:7 e 8.
 
Felizes seremos quando encontrarmos o real sentido da justificação pela fé e o erro de buscar a justificação através das obras.
 
 
Ótima Semana na presença de Jesus.
 
 
Glaucia Martins
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