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Descanso a todos – Qui. 14/03

Muito tem se abordado a respeito do que se deve ou não fazer no sábado. Entendo a dúvida de muitos cristãos sinceros que sentem o sábado como um fardo em suas vidas. A grande maioria, não entende o real significado do sábado, tornando este dia tão especial, em uma verdadeira lista de “NÃO FAÇA ISSO, NÃO FAÇA AQUILO”. Se colocarmos regras no sábado, ele irá perder todo o seu significado.

“Para santificar o sábado não é necessário encerrar-nos entre paredes, afastados das belas cenas da natureza e do ar livre e revigorador do céu.” (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 583)

É importante dizer que Deus não se cansa, porém separou para o homem o dia sétimo.

“Será que você não sabe? Nunca ouviu falar? O Senhor é o Deus eterno, o Criador de toda a terra. Ele não se cansa nem fica exausto; sua sabedoria é insondável.” (Isaías 40:28 NVI)

Primeiro precisamos entender o significado do sábado e porque Deus separou um dia especial.

O sábado é uma instituição “pré-lapsariana” ou seja, foi criado antes da queda, antes que houvesse pecado. “No sétimo dia Deus já havia concluído a obra que realizara, e nesse dia descansou. Abençoou Deus o sétimo dia e o santificou, porque nele descansou de toda a obra que realizara na criação.” (Gênesis 2:2, 3 NVI)

Observe que Deus santificou. A expressão santificar significa que ele “separou” o dia sétimo sendo um dia especial.

Existe um questionamento de que os dias da criação foram eras e não dias literais, mostrando dessa forma que o sétimo dia literal. Seria extenso defender que a palavra dia no texto de Gênesis dignifica um dia literal de 24h e uma um era. E também que dia 7 é diferente de 7 dias. Para isso, recomendo a leitura do seguinte post “A Ciencia perto de Deus”.

Em Gênesis 2:2, 3, percebemos que o dia sétimo foi separado para o homem. Por que estou dizendo isso? Porque, muitos defendem a não observância do sábado, alegando que o sábado foi separado apenas aos Judeus. No texto de Gênesis 2:2, 3, não existe o povo Hebreu (que posteriormente seriam chamados de Judeus), mas apenas Adão e Eva. O próprio Cristo afirma que o sábado foi feito por causa do homem, reafirmando o que foi escrito em Gênesis 2:2,3.

“Cristo realmente confirmou o sábado dizendo que ele foi feito não apenas para os judeus, mas para a humanidade, e foi feito não para uma determinada época, mas para todos os tempos.” (PAROUSIA V1, Doutrina sobre o sábado p.37)

“E então lhes disse: “O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. Assim, pois, o Filho do homem é Senhor até mesmo do sábado”. (Marcos 2:27, 28 NVI)

Em Êxodo 16, temos o episódio do maná. Porque o povo Hebreu, recolhia o maná na sexta feira e não aos sábados?

“No sexto dia trarão para ser preparado o dobro do que recolhem nos outros dias”. (Êxodo 16:5 NVI)

O sexto dia era conhecido como “o dia da preparação”. O povo Hebreu deveria recolher o dobro na sexta feira, pois no sábado não haveria maná. É importante mencionar que esse episódio ocorreu antes dos 10 mandamentos Êxodo 20. O povo Hebreu passou 430 anos convivendo com a cultura e costumes pagãos do Egito. Durante toda a trajetória do povo Hebreu desde de a saída do Egito, Deus estava reeducando o povo que iria passar a mensagem da boa nova a todo o mundo.

O decálogo não era limitado a épocas. Embora introduzido a Israel na forma escrita no monte Sinai, os mandamentos já foram anteriormente conhecidos. (Parousia v1 – Doutrina do Sábado, p.64). Gênesis 26:5.

“Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo. mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor, o teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teus filhos ou filhas, nem teus servos ou servas, nem teus animais, nem os estrangeiros que morarem em tuas cidades. Pois em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles existe, mas no sétimo dia descansou. Portanto, o Senhor abençoou o sétimo dia e o santificou.” (Êxodo 20:8, 10, 11 NVI)

Preste atenção na palavra “Lembra-te”.

Lembrar:

verbo transitivo
1. trazer à memória; recordar
2. sugerir
3. comemorar; celebrar
4. advertir

verbo pronominal
vir à memória; recordar-se
(Do latimmemorāre, «idem»)

Quando Deus diz lembra-te, devemos prestar muita atenção pois esta palavra significa que já existe, que já foi instituído. Não é atoa que o 4º mandamento é o único que não começa com a palavra “Não”. Deus em nenhum momento está obrigando a guarda do sábado, mas dizendo para lembrarmos que ele já foi instituído como podemos comprovar em Gênesis 2:2, 3 e Êxodo 16.

O que Deus pede para não fazermos aos sábados?
”Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teus filhos ou filhas, nem teus servos ou servas, nem teus animais, nem os estrangeiros que morarem em tuas cidades.”

Ele pede para que deixemos de lado tudo aquilo que é pessoal pois Ele, fez os céus e a terra em 6 dias e no sétimo (descansou). Todo o universo, continua a funcionar pois Ele (Deus) está no controle. Quando Deus diz, “pare, olhe, veja” que EU O SENHOR vou manter tudo funcionando para que você e eu possamos apreciar e atestar a nossa certeza na criação.

Para santificar o sábado não é necessário encerrar-nos entre paredes, afastados das belas cenas da natureza e do ar livre e revigorado do céu. Não devemos em caso algum permitir que encargos e transações comerciais nos desviem a mente do sábado do Senhor, que Ele santificou. Nem devemos permitir que nossa mente se demore em coisas de caráter mundano. Mas a mente não pode ser refrigerada, vivificada e enobrecida sendo confinada quase todas as horas do sábado entre paredes, ouvindo longos sermões e orações tediosas, formais. (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 583).

Querido irmão evangélico que esta lendo este comentário. Peço que você reflita sobre o nosso entendimento a respeito do sábado. Não somos legalistas, fariseus e muito menos vivemos na lei, ou somos algum tipo de seita. Pelo contrário, cremos assim como você na salvação sendo única e exclusivamente pela graça. Porém, o fato da salvação ser pela graça, não nos tira a observância do sábado como memorial da criação visto que o próprio Deus criou para o homem. Quando somos transformados por Cristo, somos nova criatura e nossas atitudes passam a ser diferentes. Tiago 2:22.

Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele”. (João 14:21 NVI).

Fernando de Oliveira Carvalho

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Aliança eterna – Qui. 28/02

Aliança é um contrato obrigatório entre duas partes, e ambas possuem obrigações específicas na aliança.

As antigas alianças eram tratadas com rigor, repeito e seriedade. Por exemplo, a aliança entre Deus e Abraão, quando o próprio Deus disse que através de Abraão, toda a terra teria conhecimento sobre Deus. Gênesis 21:1.

É difícil acreditar que um povo que viveu por 430 anos sobre o domínio Egípcio, seria o povo escolhido por Deus para fazer uma aliança.

Deus distinguiu este povo dos demais povos da terra Êxodo 33; 40

Deus decide reconstruir o caráter do povo, dedicado a seu nome, aos pés do monte Sinai Êxodo 19, Números 10.

O povo de Israel conheceu apenas a escravidão e a cultura Egípcia durante séculos. Este povo deveria se formar como um exército para conquistar a terra prometida como também deveria trabalhar a moralidade para conviver em uma comunidade que deveria sobreviver a uma longa estadia no deserto.

Além disso, deveriam desligar-se dos costumes pagãos que aprendera por séculos no Egito para que não adotassem as culturas dos cananeus, de quem possuiriam a terra prometida.

No antigo testamento, as alianças eram outorgadas por um suserano (pessoa que possuía todos os poderes) e um vassalo (servo). O suserano garantia ao vassalo, proteção e benefícios.

O suserano sabia que o vassalo estava cumprindo o contrato (aliança) quando o vassalo cumpria as estipulações contidas no contrato. Qualquer desvio de conduta do vassalo, resultaria em castigos ou até mesmo na quebra do contrato.

É importante observar que quando Deus criou a aliança com Israel, Ele utilizou este tipo de contrato. No caso (Javé – O Senhor) suserano e (Israel) vassalo. Dessa forma, para que o povo de Israel tivesse a proteção de Deus, deveria guardar os mandamentos, contidas na aliança. (Êxodo 20 e Deuteronômio 33).

Com isso, podemos observar que a aliança entre Deus e Abraão e com o povo de Israel foi honrada pois hoje o cristianismo chegou até nós através dessas alianças.

A nossa aliança hoje é crer em Cristo, pois a salvação é única e exclusivamente pela graça. Isso não significa que estamos livres para fazer o que bem entendemos ou confundir graça com libertinagem (Tito 3:7-8). Lembre-se que a lei é o caráter de Deus e nossas ações devem estar de acordo com este caráter pois a Lei (João 14:15), jamais foi anulada (Gálatas 2:21). Pois ao aceitar a Cristo, nova criatura somos e imitaremos a Cristo, pois Seu caráter é puro amor (2 Coríntios 5:17), (Efésios 3:8-9). Cristo prometeu voltar e eu sei que Ele irá voltar pois ele sempre honrou o que prometeu.

Quais são as alianças de sua vida? Tem você honrado estas alianças?

Fernando de Oliveira Carvalho

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Filosofia de vida – Qui. 21/02

Dizer que Deus está no controle de nossas vidas é simples. Difícil, é viver como se Ele estivesse no controle.

Quando lemos Mateus 6:25-34, podemos observar um aviso extremamente importante de como nos preocupamos com nossa vida.

A leitura nos leva a refletir cada atitude que nos leva a nos mantermos mais próximos ou mais distante de Deus. O fato de nos preocuparmos mais conosco e com nossas prioridades materiais, nos transforma em seres doentes.

Sim, doentes.

Quantas preocupações e aflições tem você levado consigo para seu lar? E qual é a consequência de levar uma vida neste sentido?

Não questiono apenas você, mas também falo por mim. Nossas atitudes e costumes tem nos transformado em seres doentes, sem amor, acostumados com barbaridades e materialistas de tal forma que nossa sensibilidade de compaixão é exaurida a ponto de sermos condizentes com todo o lixo que é vomitado em nossa face.

Quando trazemos essa bagagem pesada para dentro de nossos lares conseguimos prejudicar o convívio familiar que é a base estrutural do equilíbrio que Deus planejou.

Entendo que ser cristão não é simples. O julgamento é enfático quando nos declaramos como cristãos. Somos observados atentamente como se fossemos santos, sem pecado, puros e perfeitos. O mesmo conformismo que vivemos nos torna a aceitar este dogma que nos é imposto. Não é culpa daqueles que nos julgam, mas sim nossa por não vivermos uma vida cristã verdadeira.

Cristo não precisou de uma empresa de marketing para conseguir seguidores. Ele apenas viveu aquilo que pregava. De forma tão verdadeira as pessoas não conseguiam dizer não e o ouviam atentamente. O Seu comportamento foi a chave para Seu sucesso. Um homem simples, de aparência comum, simples e frágil, mudou o mundo. Mudou de tal forma que a idade do mundo foi alterada como antes e depois dEle.

Por que você não para agora e reflita sobre seu comportamento e estilo de vida? Tem você gastado mais tempo com suas preocupações ou com sua família? Infelizmente, o tempo não volta. Cicatrizes ficam e são difíceis de serem esquecidas, pois deixam marcas.

Não permita que as façanhas desse mundo, endureça seu coração voltando todo o seu tempo para aquilo que irá lhe prejudicar. Viva um dia de cada vez. Olhe para Cristo e siga Seu exemplo. Dessa forma, verdadeiros seguidores irão te seguir, por você demonstrar que existe um Deus que está no controle de sua vida.

Se você crê de todo o seu coração, outros serão atraídos pelas suas atitudes.

Fernando de Oliveira Carvalho

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Pare e observe – Qui. 14/02

A quantidade de variedades de plantas e organismos distintos um do outro. Nada é igual. Não existe uma rosa igual a outra mesmo ambas sendo da mesma terra. Não existe uma folha igual a outra sendo ambas pertencentes ao mesmo jardim. Agora, observe o céu. Observe a atmosfera, como é grande. Somos tão pequenos em comparação aos astros que nos rodeam.

Como tanta complexidade calculada milimetricamente com tanta exatidão pode simplesmente ter surgido do nada? O Salmista tinha razão ao dizer “Ó Senhor, nosso Deus, a tua grandeza é vista no mundo inteiro.” Salmos 8:9

Neste ponto, sem nem mesmo conhecer princípios científicos, Davi utilizou-se do principal princípio científico. A observação.

“Obtemos as informações com base na observação do mundo ao nosso redor e, então, tiramos conclusões gerais dessas observações. Ao observar alguma coisa repetidas vezes, você pode concluir que algum princípio geral é verdadeiro. Por exemplo: quando você deixa cair um objeto da mesa repetidas vezes, naturalmente observa que o objeto sempre cai no chão. Se fizer isso uma quantidade suficiente de vezes, finalmente perceberá que existe algum princípio geral em ação, conhecido como gravidade.

Esse método de chegar a conclusões gerais a partir de observações específicas é chamado de indução (que é comumente equiparado ao método científico).” (Geisler, Norman. “Não tenho fé suficiente para ser ateu.” Editora Vida,).

Davi observou e chegou a conclusões obvias, pois não faz sentido que algo tão grandioso como nosso universo, o ser humano, e toda esta estrutura completa e complexa tenha surgindo simplesmente do NADA. Apenas um criador poderia ter feito tudo isso.

Por outro lado, existe a indagação de que não é possível aplicar a observação em Deus, sendo que nós cristão dizemos que ele é invisível, imaterial, anti-matéria. Dessa forma, como nossos sentidos podem reunir informações sobre algo assim?

A resposta, é que não usamos a indução e a observação para investigar Deus da mesma maneira que utilizamos para investigar outras coisas que não podemos ver. Apenas, observamos os seus efeitos. Por exemplo, não é possível observar a gravidade, mas podemos observar seus efeitos.

Note que ao aplicar a observação, não foi necessário utilizar a Bíblia para provar qualquer indagação ou dúvida e chegar a conclusões sobre a existência de um criador inteligente. Não que a Bíblia por si só não prove a existência de Deus, mas quando observamos com atenção o planeta em que vivemos, chegamos a conclusão de que não é fé sem razão, mas sim evidência da existência de Deus.

Fé é crer em evidências. Fideísmo é crer por crer sem ter nenhuma evidência.

Fernando de Oliveira Carvalho

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Foi por você – Qui. 07/02

Olhamos para o nosso mundo vemos tanta violência, tanta corrupção, tantas desgraças. O homem ficou desconhecido. De uma criatura criada à imagem de Deus, não conseguimos olhar para nossa imagem, nosso ser e enxergar Deus.

E podemos julgar o próximo sobre estas atitudes? Não, pois ao olharmos para nosso eu, ele reflete como espelho a nossa mediocridade. Muitos de nós não chegaram ao nível de horror que vivemos, mas dentro de cada um mora um vazio, uma angústia que coroe cada célula de nosso corpo e para esquecer a real situação, fechamos os olhos e agimos como se nada estivesse acontecendo.

O cenário é deprimente e provavelmente você já se questionou do porquê Cristo não nasceu em nossa época mas a mais de 2 mil anos atrás?

Galatas 4:4-5: “Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo da Lei, a fim de redimir os que estavam sob a Lei, para que recebêssemos a adoção de filhos.”

Efésios 1:10: “isto é, de fazer convergir em Cristo todas as coisas, celestiais ou terrenas, na dispensação da plenitude dos tempos.”

A plenitude dos tempos não é nosso tempo, mas sim em um momento perfeito para nós e para o céu, ou seja para os seres não caídos.

Por isso que em Efésios diz que todas as coisas sendo celestiais e terrenas convertem em Cristo. Em que dia? Na plenitude dos tempos. Em Galatas 4: 4-5 a plenitude dos tempos ou seja, o nascimento de Cristo.

O pecado afetou tanto a terra quanto o céu. Por isso este foi o momento necessário, perfeito para que Cristo viesse ao nosso mundo.

Qual era a situação do mundo quando Jesus iria nascer? Podemos observar a profecia de Isaías que está no cap 52:13. Profecia sobre o nascimento de Cristo. Deus está dizendo que a mensagem vai chegar diferente de tal forma que até mesmo aqueles que não entenderam, iriam entender. Não somente os seres humanos, mas também todas as criaturas não caídas criadas por Deus.

Isaías 53: “Porque foi subindo como renovo perante ele e como raiz de uma terra seca; não tinha parecer nem formosura; e, olhando nós para ele, nenhuma beleza víamos, para que o desejássemos.”

O momento era exato, pois não havia nada neste mundo que merecesse misericórdia. O mundo estava seco. Não havia mais a importância de Deus. Não havia amor. Não havia nada que agradasse a Deus. O ser humano estava totalmente distante de Deus.

A hora certa foi quando tudo estava seco. Quando tudo estava sem Deus. O Espírito Santo não habitava mais neste mundo. A hora certa, é quando não tinha mais nada a acontecer.

“Chegada a plenitude dos tempos. A humanidade tornando-se mais degradada através dos séculos de transgressões, pedia a vinda do Redentor. Satanás estivera em operação para tornar intransponível o abismo entre a terra e o céu. Por suas falsidades, tornara os homens atrevidos no pecado. Era seu desígnio esgotar a paciência de Deus, e extinguir-lhe o amor para com os homens, de maneira que Ele abandonasse o mundo a satânica jurisdição.” (O Desejado de Todas as Nações – Cap 3).

O objetivo de Satanás era fazer com que Deus tivesse nojo dos seres humanos já que somos criaturas criadas a sua imagem. Porém Deus Se levantou. Quando todo o universo estava convencido de que Deus iria destruir a raça humana, Ele com amor, deu o Seu único filho, para que viesse ao nosso mundo, e resgatasse Suas criaturas.

O universo ficou chocado ao ver que Deus é o verdadeiro amor. Provavelmente, criaturas celestiais que não caíram com Satanás, poderiam estar com dúvidas sobre o reinado de Satanás. De uma vez por todas, Deus provou que o reinado de Satanás era sujo e uma mentira.

A boa nova é que Cristo veio, morreu por você gratuitamente para garantir a sua salvação, pois somos criaturas criadas à imagem do verdadeiro amor. Não tema o juízo, pois Cristo já venceu por você.

Fernando de Oliveira Carvalho

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