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Pedra no Caminho – Sex. 06/03

33. A pedra de tropeço!

“Mas quem puser uma pedra de tropeço no caminho de um destes pequeninos que creem em mim, melhor seria que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e que fosse lançado no fundo do mar. Ai do mundo por causa dos tropeços! porque é necessário que apareçam tropeços; mas ai do homem por quem vem o tropeço!” (Mt 18:6-7)

Quando lemos esses versículos, normalmente pensamos em nosso exemplo, nos lugares que frequentamos e coisas que faríamos uma pessoa pecar ou pensar mal dos cristãos, mas dificilmente pensamos que muitas vezes nos tornamos pedras de tropeço quando aconselhamos alguém.

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Quantas vezes não vemos uma situação que já está bem complicada e ao invés de agir como apaziguadores nos tornamos os “lenhas na fogueira” ou como diz Provérbios 26:21 “como o carvão é para a brasa, e a lenha, para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas”. Acabamos acendendo mais a ira, aumentando as rixas e as fofocas. Se encontramos alguém triste por causa de outra pessoa, logo começamos a enumerar os defeitos que esse terceiro tem, acrescentando ainda mais discórdia.

Infelizmente a tendência humana é de ser o “querosene atirado no fogo” (Pv. 26:21 AM) ao contrário de ser a água que o apaga. Mas Deus nos chama para andarmos no caminho oposto da tendência humana. Ele deseja que levemos paz, que tenhamos e sejamos aquele que vai abrandar a ira, afinal a “palavra calma desvia a fúria” (Pv 15:1).

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Talvez você seja como eu tenha muita dificuldade em fazer isso, mas vamos tentar juntos. Quando uma situação dessas acontecer, não seja a pedra de tropeço, não leve seu amigo à ruína, muito pelo contrário o ajude a sair do buraco, ore com ele, ore por ele, ore pela outra pessoa. E, antes de qualquer coisa, ore e ore muito por você e por mim, para que possamos mudar. Quanto mais perto de Deus, quanto mais tempo em oração, mais semelhante a Ele seremos e ao invés de pedras no caminho, quem sabe não sejamos escadas?

Olívia David Begnália

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Porta-voz – Sex. 27/02

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Numa grande cidade que passava por uma crise hídrica, um homem conseguiu encontrar uma fonte de água limpa e que poderia resolver toda a situação de dificuldade daquela cidade, mas ao invés de anunciar ao povo a resolução do problema, esse homem guarda a boa nova para ele e esconde para si a salvação. O que você poderia pensar de tal homem? Certamente você o condenaria por ser egoísta, mau, por não ter amor e talvez o sentenciasse a morte por tal ato.

Agora recordemos a história da mulher samaritana que encontrou-se com Jesus no poço de Jacó. Após conhecer a Fonte de Água Viva, ela não pode esconder o tesouro que havia encontrado. De forma alguma ela poderia conter-se ao deparar-se com o Messias, com a Salvação, ela teve que contar para todas as pessoas da cidade, afinal, uma bênção tão grande não poderia ficar só para ela.

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Ouvimos essa história bíblica e nos maravilhamos com o poder do evangelho, como ele tem poder para mudar as pessoas e como elas podem ser transformadas ao conhecerem a verdade, pois “conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (Jo 8:32). Só que infelizmente nós que dizemos ser os “portadores” da verdade simplesmente nos esquecemos de que esse tesouro não pode ser escondido, a salvação deve ser levada a todos.

Somos ágeis para condenar o homem fictício da história acima, mas nem percebemos que somos ele. Como o personagem, escondemos a Fonte da Vida só para nós mesmos, isso quando bebemos dela, pois muitas vezes morremos de sede de justiça, de verdade, de amor, ao lado da fonte.

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Quantas pessoas passaram por você e você deixou de apresentar a verdade? Talvez sejam incontáveis, mas o mais importante é que você tem a chance de mudar, de tornar-se um missionário em todos os lugares por onde você andar. Sem precisar atravessar oceanos, sem mobilizar-se em grandes campanhas, mas influenciando as pessoas ao seu redor, seus familiares, seus colegas de classe ou de trabalho. Todas as pessoas precisam conhecer a verdade e você é o porta-voz dela, nunca se esqueça disso.

Olívia David Begnália

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Eles sabem o que falam – Sex. 20/02

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Quando eu era criança, não gostava muito de comer. Todo almoço, jantar e até o café da manhã tornava-se um tormento, uma luta, praticamente uma guerra. Eu chorava e meu pai ficava bravo e dizia que eu não poderia deixar um grão de arroz sequer no prato. Os anos passaram e eu passei a gostar de comer e uma coisa nunca sumiu da minha cabeça, a ideia de deixar comida no prato é praticamente inadmissível. Não consigo. O que meu pai a duras penas me ensinou, ficou tão marcado que já faz parte de mim.

Realmente, Deus não falha e não há nada em Sua palavra que não possa ser de alguma forma utilizado, vemos isso em Provérbios 22:6 que na versão A Mensagem diz assim: “Mostre a direção da vida para seus filhos – e, mesmo quando forem velhos, eles não se perderão”. Alguns ensinamentos que nossos pais um dia nos deram pareciam tão inúteis ou até pareciam tão arcaicos, mas à medida que crescemos, percebemos quão sábios e verdadeiros se tornaram.

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Quantas vezes, seus pais desconfiaram que algum amigo não era bom para você, mas você não aceitou seus conselhos só para se dar mal depois. Ou ainda quantas vezes sua mãe mandou você levar o guarda-chuva e não dando ouvidos voltou para a casa. Com o passar do tempo a gente aprende que Deus deixou para nossos pais muita sabedoria e o mais importante e mesmo que por um período de nossas vidas, suas falas pareçam sem valor, um dia tudo o que eles disseram terá um novo sentido. Afinal, “os jovens são propensos a tolices, são inconsequentes, mas a disciplina é um ótimo remédio!” (Pv 22:16 AM)

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Infelizmente muitos de nós só dão ouvidos aos pais depois que eles já não estão mais aqui para ver. Outros precisam “apanhar” da vida, receber a disciplina mais dura, para aprender. Não sei em qual dos casos você se encaixa, talvez em nenhum, mas sei que hoje pode ser o dia de lembrar-se dos conselhos de quem te criou e dar meia volta num caminho errado que você esteja trilhando, ainda dá tempo de voltar! Não deixe para amanhã!

Olívia David Begnália

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Vendados – Sex. 06/02

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Quantas dinâmicas, brincadeiras e jogos envolvendo uma pessoa vendada e outra guiando encontramos ou participamos por aí. Algumas pessoas tem horror a esse tipo de atividade, pois temem ser guiadas por alguém e acabar em apuros. Deixar-se ser guiado por alguém, não é tarefa fácil, pois a base disso é a confiança e no caso, uma confiança cega.

Recentemente ganhei um marca-página com o verso de II Coríntios 5:7 “Porque vivemos por fé, e não pelo que vemos”. Fiquei muito pensativa a respeito desse verso. A nossa segurança, a nossa confiança, não deve estar no que é palpável, no que está à frente dos nossos olhos, mas deve estar nAquele que não vemos, mas que já provou ser fiel. A questão é que sempre procuramos estar firmados naquilo que podemos enxergar.

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Mas viver pela fé é estar com uma venda em nossos olhos o tempo todo, sendo guiados pelas mãos de Deus. Entretanto o nosso problema é o mesmo que acontece quando brincamos de cobra-cega, muitas vezes tentamos olhar pela venda, trapaceando pra tentar mudar o nosso caminho e fazer o que deduzimos certo ou o que queremos. Falta-nos a fé. Pois a Bíblia já diz que “a fé é a … a prova das coisas que não vemos” (Hb 11:1). Fé é ter inteira confiança em Deus e de que Ele vai fazer o impossível por você. Ter certeza de que Ele está interessado em nosso bem, pois Ele está interessado em nos salvar.

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A questão aqui é a entrega, “abra-se completamente diante do Eterno, não esconda nada dEle, e Ele fará o que for preciso”(Sl 37:5 AM), pois “o homem mortal faz seus planos elaborados para a vida, mas é o Eterno que tem a última palavra” (Pv 16:1 AM). Independente do que você pensa ser certo, só há um caminho, só há uma verdade e só há um Deus que pode te dar o melhor.

Que seus planos sejam os planos dEle e certamente o final de seu caminho será a vida, a vida eterna!

Olívia David Begnália

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Aprender a Aprender – Sex. 30/01

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Eu gosto muito de aprender coisas novas e de me aperfeiçoar em outras que de alguma forma já sei. É muito bom saber mais e mais. Ter aquela sensação boa de aprender uma novidade ou descobrir algo que não sabia. Nas férias, estive imersa em muita aprendizagem e foi muito bom. Fiquei muito feliz em aprender mais de culturas diferentes daquela em que estou inserida e conviver com pessoas que em outra situação jamais conviveria.

Mas aprender não é tão simples assim, requer humildade, pois é necessário perceber suas dificuldades e falhas para então poder ter dedicação no que está em falta. É um processo que às vezes pode ser doloroso, pois nem sempre é fácil lidar com aquilo que nos traz dificuldade.

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Ao longo dessas semanas no curso do qual participei, vi algumas pessoas pensando em desistir, pois achavam muito difícil algum ponto ensinado ou porque estavam envergonhadas de se submeterem a determinada prova pelo medo de errar. Eu mesma sou uma pessoa que tem muito medo de errar, ainda mais se for em público. Demonstrar nossas fraquezas é como tornar-se exposto ao julgamento dos outros e isso pode ser bem doloroso. Então parece que desistir parece ser bem mais fácil do que ser provado e não passar.

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Entretanto, a Bíblia nos diz que “quem gosta de aprender também ama a disciplina; é estupidez recusar a correção” (Pv 12:1 AM). Para ter sabedoria, para aprender, é necessário ser corrigido, reconhecer os nossos erros e tentar até acertar. Pode ser um processo árduo, mas certamente será recompensador, afinal “quem recusa a disciplina acaba na sarjeta, mas quem abraça a correção é honrado” (Pv 13:18 AM).

Se você está lutando para aprender algo que supõe ser muito difícil, sinta-se desafiado, aceite a correção e siga aprendendo!

Olívia David Begnália

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