Tag Archives: 4º Trimestre 2010
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Perto ou longe de Deus: Duas opções uma escolha! – Sex.19/11

A Bíblia nos ensina que o pecado causa separação entre nós e Deus.
Foi isso que aconteceu no jardim do Éden, devido ao pecado, Adão e Eva não poderiam mais estar na presença de Deus.

A lição dessa semana nos conta a história de Joabe, que embora conhecia Deus, escolheu viver longe dele.

Um dos conceitos mais importantes dessa lição ao meu ver nos ensina que o pecado causa: Enfraquecimento da consciência, destrói a credibilidade, leva o ser humano quebrar abertamente a lei. Foi isso que aconteceu com Joabe, por escolher estar em muitos momentos longe de Deus, sua consciência foi enfraquecendo e passou a quebrar a lei abertamente.

No estudo de hoje, encontramos o oposto da quebra da lei, encontramos o cumprimento da lei, como resultado da escolha de estar ao lado de Deus. É importante destacar que Deus deseja que cumpramos a lei, João deixa isso muito claro: MEUS filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.” I João 2:1

O desejo de Deus é que sejamos vitoriosos, esse processo de crescimento espiritual é chamado de santificação. Santificação não é o processo de se tornar perfeito, pois isso não será possível em um mundo contaminado pelo pecado, mas é o processo contínuo de consagração da minha vida aos pés de Cristo.

Isso fica evidente no início da citação de hoje: “Devemos não só nos apoderar da verdade, mas permitir que ela se apodere de nós; e assim a verdade estará em nós, e nós, na verdade. Se for esse o caso, nossa vida e nosso caráter revelarão o fato de que a verdade está operando algo por nós; que nos está santificando e dando a aptidão moral para a companhia dos anjos celestiais no reino de glória.”

Hoje você pode escolher estar perto ou longe de Deus, essa escolha é sua, e só você pode decidir.
O desejo de Deus é que você se apodere da verdade e deixe-a se apoderar de você.
O desejo de Deus é que você O convide para estar ao seu lado a cada momento.
Esse é o desejo de Deus, mas a escolha é sua.

Escolha, pois o não escolher já é uma escolha.

Feliz Sábado

Forte abraço

Pr. Rafael Malisani Martins

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Busque o verdadeiro poder – Qui.18/11

Ambição

A incessante busca pelo poder é algo que ocorre desde os tempos de Jesus. A ambição toma conta da mente humana fazendo com que atitudes incorretas sejam executadas de forma cruel e fria. A história de Joabe exemplifica bem esse tipo de comportamento humano. O Poder e o sucesso é desejado por todos nós. Por isso estudamos, trabalhamos e nos socializamos em busca de sucesso, seja na vida pessoal, profissional e principalmente espiritual. O problema é que deixamos que o poder tome conta de nossa personalidade. Seja ela qual for, um carro novo, um cargo na empresa. Deus deseja que você e eu tenhamos sucesso em todas as partes de nossa vida. Ele deixou um manual para o sucesso “A Bíblia”. Esse manual escrito por homens inspirados por Deus nos auxilia em nossa personalidade nos tornando boas pessoas com caráter e bons princípios. Eu entendo que é muito difícil em nossos dias nos mantermos íntegros pois convivemos com pessoas, atitudes e situações distorcidas que vão contra ao que Deus desejou para nós.
Não podemos nos colocar como vítimas de atitudes que fizemos com outras pessoas que desagradaram a Deus. Somos passivos de pecar, sim, porém como cristão devemos nos policiar. Devemos ser mordomos de nosso corpo, mente e espírito pois essa é a base do sucesso que Deus deseja a nós.

Joabe tinha o caráter destruído pela ambição a ponto de matar Absalão e Amasa friamente. Tudo por causa de um cargo. Acredito que nenhum de nós gostaria de saber que fomos traídos por alguém próximo.

Tenha em mente que o verdadeiro sucesso somente é possível quando Deus está a frente de nossas decisões. Não deixe que o espírito carnal tome a frente em suas decisões. Mantenha comunhão com o criador e sua vida terá motivo. Não se baseie apenas no sucesso material, primeiramente busque o sucesso espiritual e sem dúvida o restante será acrescentado por Deus de forma correta e verdadeira.

Lembre-se: “Façam aos outros o que querem que eles façam a vocês; pois é o que querem dizer a Lei de Moises e os ensinamentos dos Profetas”. Mateus 7:12.

Fernando Oliveira Carvalho

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Teoria x Prática – Ter. 16/11

Pensar

O Senhor nosso Deus é Aquele cuja bondade e misericórdia se estendem a todos aqueles que, em humildade, O buscam e O aceitam. Mas nosso Senhor é ainda justiça, portanto reserva também o castigo àqueles que escolhem não se apropriar de Seus méritos, mas colher as consequências de suas próprias escolhas.

O Senhor é longânimo, e grande em misericórdia, que perdoa a iniqüidade e a transgressão, que o culpado não tem por inocente, e visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos até à terceira e quarta geração.‘ (Num. 14:18)

Assim como Joabe, que nasceu em uma boa família (I Crôn. 2:16) e teve oportunidade de conhecer aprofundadamente a vontade de Deus (II Sam 14), há em muitos de nós um imenso abismo entre aquilo que professamos e aquilo que somos. Ellen G. White diz, em ‘A Ciência do Bom Viver’, p.469, que ‘O que o homem é tem mais influência do que o que ele diz.

A sabedoria popular já dizia que ações valem mais do que mil palavras. É fato. Não basta conhecer, não basta estudar, nem mesmo se aprofundar. O evangelho precisa modificar o agir, ao aceitar a Cristo somos feitos novas criaturas e nossas ações, nossas obras (sim, as obras!) são o reflexo daquilo que somos. Cristo nos outorgou a salvação por Seu sangue e somos salvos ao aceitá-lo mediante a fé, porém a evidência pública de nossa aceitação são as nossas obras.

Uma vida dissonante da vontade do Pai reflete um coração que não O aceitou verdadeiramente.

Pode haver em nós aparência de piedade, pode haver sucesso profissional ou até mesmo eclesiástico, assim como foi com Joabe, que era homem de destaque no antigo Israel, porém ‘Aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito’ (Rom. 8:27). Pode ser que muitos de nossos erros passem desapercebidos pelos que estão à nossa volta, podemos esconder pecados acariciados de muitos, mas teremos de prestar contas perante o Grande Tribunal.

O pecado não deve, contudo, ser por nós temido. Na cruz, Cristo já venceu por nós. O convite feito insistentemente por Seu Santo Espírito é para que depositemos nEle nossas culpas, confessemos nossos pecados e recebamos Seu perdão. A possibilidade de remissão é extensível a todos. ‘Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.‘ (João 3:16)

Quando os apelos do Espírito Santo atingirem ao coração, nossa única segurança está em a eles responder sem tardar. (…) “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração.” Heb. 4:7. É perigoso postergar a obediência. Podeis nunca mais ouvir o convite.‘ Ellen G. White, (‘Parábolas de Jesus’, p.281).

Para Joabe foi tarde demais, suas escolhas o levaram para tão longe do Senhor que ele não mais quis Lhe ouvir a voz. Graças a Deus porque para nós ainda há tempo. Hoje é o dia de nos arrependermos de qualquer coisa que esteja fazendo separação entre nós e o Senhor Jesus. Agora é a hora de buscar a Cristo confessando-lhe nossas faltas e pedindo que faça de cada um nós novas criaturas.

Façamos das palavras de Davi a oração de cada um de nós: ‘Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a Tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das Tuas misericórdias. Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado. Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto‘ (Sal. 51: 1, 2 e 10)

Fiquem com Deus!

Grace Ferrari

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Submissão – Qua. 27/10

Abigail é um exemplo bíblico de mulheres sábias que estão ao lado de homens imprudentes. Abigail expiou através de um presente a negativa de Nabal ao pedido de Davi. A conduta dela foi muito submissa. A submissão apazigua grandes ofensas. Ela se coloca no lugar de um penitente, e de alguém que roga.

Não podia escusar a conduta de seu marido. Ela não depende de seus argumentos, mas da graça de Deus, para que consiga abrandar Davi, e espera que a graça opere poderosamente. Disse-lhe que estava muito abaixo do nível dele vingar-se de um inimigo tão frágil como Nabal, que do mesmo modo que não lhe faria bem algum, tampouco seria capaz de fazer-lhe algum mal.

Abigail predisse o final glorioso dos problemas que Davi enfrentava: “Deus preservará a tua vida; portanto, não te convém tirar a vida de alguém, injusta e desnecessariamente, especialmente de alguém que faça parte do povo do teu Deus e Salvador”. Abigail guardou este argumento para o final, por ser poderoso perante um homem tão bom; pois ainda que ceda pouco à sua paixão, contribuirá mais para a paz e a tranqüilidade de sua própria consciência.

Muitos já fizeram no ardor de sua ira coisas que desejariam mil vezes desfazer. A doçura da vingança torna-se imediatamente amarga. Quando somos tentados a pecar, devemos considerar como o veremos quando analisarmos a nossa situação posterior.

Fonte: Matthew Henry

Michael Lima

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Tempo de falar – Ter. 26/10

Vivemos tempos de angústia e dor, tempos em que a necessidade por palavras sábias e inspiradas é maior do que nunca houve. As pessoas estão sedentas pela verdade e nós temos reservatórios transbordando da mais pura Água Viva a oferecer. Mas temos saciado essa sede? Se sim, qual a forma que temos utilizado para fazê-lo?

Abigail nos ensinou uma preciosa lição de como aliar sabedoria e humildade no episódio em que saiu ao encontro de Davi e prostrou-se aos seus pés, clamando pela sua misericórdia em favor de seu insensato marido e sua casa. Abigail não pôde se conter diante do ocorrido, mas não agiu impensadamente. ‘Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus’ (Mat. 5:9).

À semelhança de Abigail, somos comissionados a levar a outros mensagens de exortação e esperança. Mas, assim como ela, devemos também antes de tudo buscar o auxílio divino para que nossas palavras e ações sejam guiadas por Seu Santo Espírito. ‘A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira’ (Prov. 15:1). Não é raro que pessoas que se sentem ‘cheias da verdade’ usem essa prerrogativa para tornar seu discurso áspero, sarcástico, cruel e até mesmo humilhante.

‘Quem dera que houvessem mais mulheres que acalmassem sentimentos irritados, impedissem resoluções precipitadas, e reprimissem grandes males por meio de palavras de calma e bem orientada sabedoria’, disse Ellen G. White em ‘Signs of the Times’, de 26 de outubro de 1888. O mesmo conselho é aplicável a homens, jovens, idosos, crianças.

Abigail expôs, com doçura, a Davi os fatos e lhe fez sugestões. A bondade das palavras dela abrandaram e curaram seu o coração. Davi voltou dali em paz e trazendo consigo muito mais do que esperava ter obtido quando seus homens foram a Nabal.

Encontramos e encontraremos pessoas como Davi todos os dias. Elas tiveram seus corações despedaçados, suas esperanças perdidas, têm os corações vazios, estão famintas pela verdade e já bateram em muitas portas de diversas crenças e denominações sem nada encontrar. Podemos e devemos oferecer-lhes auxílio… com amor!

O fato de sustentarmos a verdade faz-nos, infelizmente, muitas vezes orgulhosos e arrogantes. A apresentação do evangelho pressupõe mansidão para com aqueles a quem devemos alcançar, por isso usar palavras ríspidas ou ridicularizar a crença do outro nada tem de espírito cristão.

Há pouco tempo, os adventistas twitteiros foram mobilizados na divulgação do criacionismo através da rede social, Twitter. Nessa ocasião, inúmeros adventistas transmitiram a mensagem: ‘quem é criacionista, levanta a mão; quem é evolucionista, levanta o rabo.’ Quão lamentável é que tantas oportunidades de evangelização tenham sido desperdiçadas com mensagens presunçosas e ofensivas como esta, que em nada contribuem para que se alcance as pessoas, mas antes as afastam ainda mais.

A exemplo do próprio Jesus, que nunca omitia a verdade, mas ‘falava com tão solene dignidade, e tanto o olhar como a inflexão da voz exprimiam tão sincero amor’ (Ellen G. White, ‘O Desejado de Todas as Nações’, p.173), que a compreensão da condição pecaminosa não produzia ofensa, devemos nós também agir.

Davi não era ainda rei, mas o seria e dele viria a linhagem da qual nasceria o próprio Cristo. Abigail não subestimou o que Davi se tornaria através dos propósitos de Deus.

Da mesma forma, não sabemos o que Deus tem reservado àqueles que nos cercam. Ele contém planos maravilhosos com os quais nem podemos sonhar. Ele nos usa para levarmos Suas mensagens a eles, por isso não subestimemos Seu poder transformador.

Peçamos a Deus que nos dê a sabedoria e a humildade de Abigail, para que tire de nós todo sentimento de exaltação própria para que nos acheguemos aos outros com palavras de salvação e amor.

Grace Ferrari

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