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Ações falam mais do que palavras – Seg. 25/10

Abigail era uma mulher de fibra. A chamada mulher virtuosa que todo homem busca para se casar. Felizmente, alguns homens obtém o privilégio de encontrar essa jóia rara, porém não dão o devido valor. Um homem que se encaixa nesse enredo é o nosso personagem figurante nesta história: Nabal. Nome dado devido ao seu caráter que tinha por significado “tolo” ou “bobo”. Porém, apesar de toda a grosseria, insensatez, tolice e outras características a mais que definiam este homem, Abigail demonstrava todas as características adversas ao temperamento e atitudes de seu marido. Ela estava casada em uma época que a mulher não era valorizada e não tinha importância, porém ela ainda se mantinha fiel nas suas convicções e exalava virtude em todos os seus feitos.

Essas virtudes eram perceptíveis a todos e foi por esse motivo que os servos de Nabal a procuraram. Todos viam que a atitude de Nabal levaria-os à perdição, porém Abigail era hábil em contornar situações como estas. Acredito que não foi a primeira vez que ela teve que intervir em ações insensatas de seu marido. Abigail não apenas aceitou a circunstância de ter casado com um tolo e nem esperou passivamente para saber o fim que daria as ações de seu esposo, mas agiu com inteligência e dinamismo – características de seu caráter.

Abigail é um exemplo para ser seguido não somente pelas mulheres, mas para muitos homens também. Muitos estão a falar, falar e falar, mas na hora de agir não vemos nenhuma vontade. Muitos interpretam a palavra “vontade” de uma maneira errônea. Muitos associam a vontade com aquilo que desejam. Mas na verdade, vontade é o desejo de se obter algo combinado com o ato de alcançar aquilo que se busca. Nunca vou me esquecer da definição de vontade dada no livro “O Monge e o Executivo”, o livro dizia: VONTADE = INTENÇÃO + AÇÃO. A palavra ação que irá definir se a vontade foi cumprida ou não.

Muitos em nossas igrejas falam dos diversos problemas, do que está de errado, de como o pastor deveria ter conduzido aquele caso, como deveria ser os cultos, com ruim está o JA e etc. Porém quando vamos ver a ação que estas pessoas estão proporcionando para mudança, não vemos nenhuma atitude, apenas palavras. Este é um convite que faço a todos aqueles que estão lendo este texto: Transforme suas palavras em ações. Não espere apontar os problemas, mas aja para resolvê-los. FAÇA aquilo que é certo, pois só assim iremos mudar as coisas como estão. “Aquele, pois, que sabe o bem que deve fazer e não o faz, comete pecado” Tiago 4:17. Somente AGINDO poderemos transformar a nossa fé, os nossos jovens e a nossa igreja.

Peça para Deus que dê as intenções certas, combine com as suas próprias ações e você se verá fazendo a vontade dAquele que criou o universo. FAÇA a diferença, pois somente você é capaz de mudar a sua própria realidade. Deus estará sempre pronto a te ajudar … E quando você conseguir mudar a sua realidade, você também mudará a realidade daqueles que estão ao seu redor. Seja uma fonte a jorrar para a vida eterna….

Robson Teles

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Confiar e agir no Senhor – Seg. 18/10

Muitas vezes tentamos manipular Deus conforme as nossas perspectivas e desejos. Oramos, porém já dizendo o que Deus deve fazer por nós. Acrescentamos “que seja feita a Sua vontade” no final das nossas preces, mas o que realmente desejamos é que se cumpra o nosso querer. Parece incoerência, mas estamos fazendo muito isso.

Oramos pedindo a intercessão de Deus em nossos problemas, porém Deus parece não agir conforme esperávamos ou até mesmo no tempo que precisávamos. Assim, agimos por conta própria e não esperamos a resolução de Deus na nossa vida. Retiramos os problemas das mãos de Deus e obtemos de volta estes para que nós mesmos consertemos. Fazendo com que novamente sejamos Senhores das nossas vidas e não permitindo que o Rei do Universo viva por nós.

A paciência no Senhor é uma virtude. Esperar com paciência no Senhor não é simplesmente não fazer nada. Jônatas já sabia disso … Embora, ele acreditasse na intercessão de Deus pelo seu povo, não ficou de braços cruzados, esperando por alguma resolução miraculosa por parte de Deus. Porém, também não se precipitou em fazer algo sem o aval do céu. Sua atitude foi de submissão. Apenas se colocou a disposição de Deus como um instrumento no qual Deus poderia utilizar. E Deus utilizou …

Jônatas pela fé acreditou nas promessas de Deus e fez com que Deus o utilizasse para uma grande vitória. “Sabia que Deus pode salvar por qualquer meio que escolher, e então, colocou-se à disposição de Deus. E o Senhor escolheu usá-lo e ao seu escudeiro, seguindo-se uma vitória incrível”. Deus quer também operar uma grande vitória na sua e na minha vida. Contudo, precisamos entender o que Jônatas já havia entendido. Deus é fiel e tem seus próprios meios para agir. Todavia, quando nos colocamos em Sua disposição, Ele nos usa como instrumentos poderosos para operar verdadeiras conquistas.

Quantos de nós estamos nos colocando na mão de Deus inteiramente? Quantos de nós estamos dispostos a ser instrumentos de Deus hoje? Quanto confiamos e quanto esperamos? Contudo, a pergunta mais importante é: o que faremos? Precisamos esperar e confiar no Senhor, mas agir quando Deus nos pede para ser instrumentos de salvação. Mas você pode estar se perguntando: Então, quando eu saberei se estou agindo por conta própria, retirando a resolução das mãos de Deus e quando eu sei que a minha ação é reflexo de ser usado por Ele. Bem, precisamos fazer como Jônatas: orar, confiar e esperar que Deus nos revele. E Deus lhe dirá “vá em frente” e eu tenho certeza que neste momento, você saberá que Deus estará com você. Acredite que a vitória será certa, pois “Tua é, SENHOR, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu é, SENHOR, o reino, e tu te exaltaste por cabeça sobre todos.” I Cr. 29:11.

Robson Leal Teles

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Aprendendo com eles- Seg.27/09


Eu acredito que aprenderemos muitas coisas interessantes neste trimestre. Alguns minúsculos detalhes que estão nos bastidores das histórias principais que já conhecemos da bíblia, mas que acabam passando desapercebidos por uma leitura rápida e superficial. Esses detalhes farão com que possamos crescer em Cristo. Pois uma coisa que aprendi com a bíblia é que Deus tem sempre uma surpresa para nós, todas as vezes que lemos a sua palavra. Você pode ler o mesmo versículo todos os dias, mas para cada dia ele terá um significado especial, dará ênfase em um determinado ponto e passará uma nova lição para a sua vida. E eu acredito que é assim que Deus trabalhará nesta lição.

Bem, este pequeno trecho da história de Davi e José já nos ensina valores profundos que deveríamos enraizar na nossa mente e coração. Na história de Davi, vemos como o temor do Senhor é importante na vida de um(a) homem/mulher de Deus. Davi tinha todas as condições para acabar com a perseguição que Saul estava fazendo. Ninguém gosta de vagar pelo deserto com fome e sede, cansado e o mais grave: sendo inocente. Davi fugia para não perder a sua vida. A história nos relata que Saul havia entrado na mesma caverna no qual Davi e seus homens estavam. Coincidência ou providência? Muitos de nós ouviríamos o conselho dos homens de Davi, pois pensaríamos que Deus estaria dirigindo deste modo para acabar de vez com aquela perseguição. E quantas vezes em nossa vida, vemos atalhos que atribuímos a Deus como sendo formas de nos livrar de algum problema. Quantos estão falando: “Foi Deus que me deu essa oportunidade para resolver este meu caso.” Davi também tinha tudo para pensar assim, mas não o fez. O temor de Deus estava acima de qualquer conselho ou circunstância favorável. O temor que Davi tinha em Deus fez com que ele não fizesse mal ao ungido do Senhor (o seu pastor também é o ungido do Senhor, como você vem o tratando?). Mesmo que este ungido estivesse fazendo o mal e longe dos caminhos de Deus. Contraditório, não é? Mas foi e é ainda uma realidade. Pense com cuidado nos caminhos que estão se “abrindo” na sua vida e reavalie se suas decisões estão realmente em harmonia com a vontade Deus. Precisamos exercitar o temor de Deus constantemente em nossas vidas e em nossas decisões diárias.

A história de José também nos ensina uma grande lição: CORRA! Muitos dizem que quem é corajoso é aquele que enfrenta. A bíblia nos ensina que isto não é uma verdade completa. Podemos citar muitos exemplos, como: Elias que fugiu mesmo momentos depois de ter orado a Deus, consumindo o sacrifício com fogo do céu (I Reis 19:3); Jacó fugindo de Labão (Gen. 31); Paulo fugindo dentro de um cesto (Atos 9:25) e até o próprio Jesus (Mat. 12:15), entre outros. José poderia provar a si mesmo que aguentaria a tentação, pois a mulher de Potifar já havia feito esse pedido diversas vezes anteriormente. José tinha em seu coração o temor de Deus e por isso correu. Preferiu ser chamado de covarde do que se sujeitar o risco à tentação. Ele correu e você? Esta é a maneira que deveríamos fazer em determinadas circunstâncias em nossa vida, pois é melhor correr para perto de Deus do que enfrentar os problemas sozinho.

Estes homens foram exemplos no que se trata do temor a Deus em suas vidas. Cabe a nós imitá-los ou ignorá-los. O que precisamos é de “Homens que não se comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus”. Ellen White, Educação, págs. 56 e 57. Minha oração é que possamos ser estes homens e estas mulheres diariamente para que possamos refletir a verdadeira vontade de Deus e Seu caráter.

Robson Teles

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A Justiça de Deus por Nós – Seg.26/07

 Como pessoas pecaminosas podem se tornar justas?
 Justificação é o termo utilizado em oposto a uma condenação.
 Deus nos perdoa pelos nossos pecados quando nos arrependemos de coração, assim nos tornamos pessoas justas perante a lei.
 De acordo com Steve A. Thomas além do perdão do pecado, a justificação declara que todas as reinvidicações da lei estão satisfeitas com relação ao justificado. É o ato de um juiz, não de um soberano. Ao se tratar de justificação, como relatada na lição anterior não somos justificados pela lei, somos justificados pela fé em Cristo Jesus.
 O que é fé?
 Segundo Ellen White, no livro Mensagens Escolhidas (p.366,367) ” Fé é a condição sob a qual Deus escolheu prometer perdão aos pecadores; não que exista na fé qualquer virtude pela qual se mereça salvação, mas porque a fé pode prevalecer-se dos méritos de Cristo, o remédio provido para o pecado. A fé pode apresentar a perfeita obediência dEle em lugar da transgressão e rebeldia do pecador. Quando o pecador crê que Cristo é seu Salvador pessoal, então de acordo com Suas promessas infalíveis, Deus lhe perdoa o pecado e o justifica livremente”
 A justiça do homem é falha, isso é comprovado diariamente em nossa vida, por diversas vezes eu e você tentamos nos justificar pelo erro do nosso próximo: ” Há eu só menti pra minha mãe,….Fulano de tal matou, roubou, traiu” pra Deus num existe pecadão e pecadinho, independente do pecado se aquele que matou, roubou, traiu se arrepender, e você que mentiu não ele pode estar mais próximo no céu do que você !
 Por vezes achamos que os pastores, anciãos são “quadrados” em pregar e falar daquele nosso pecado acariciado, mas isso ocorre quando sabemos que ele está tocando naquela ferida que temos, mas eles num falam disso por serem quadrados, eles pregam para nós sobre isso porque sabem que ainda há tempo de eu e você nos arrependermos e ficarmos mais próximos do céu.
 “Bem-aventurado aqueles cujas maldades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado” Rom 4:7 e 8.
 
Felizes seremos quando encontrarmos o real sentido da justificação pela fé e o erro de buscar a justificação através das obras.
 
 
Ótima Semana na presença de Jesus.
 
 
Glaucia Martins
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Somos Justificados pela Fé – Seg.19/07

Como nos relatado no título da Lição da escola Sabatina desta semana: “Somos justificados pela fé”, pois não basta apenas seguirmos a lei, mas também devemos acreditar no nosso Senhor Jesus Cristo, pois nossa salvação não só depende da nossa obra aqui na Terra, nossa salvação é complementada quando aceitamos e cumprimos a Lei de Deus e o cumprimento desta reflete em nosso estilo de vida diferenciado e aceitável aos olhos do Criador.

Deus nos ensina a receber Sua justiça. Quando Deus veio a Terra por intermédio de Jesus Cristo, Ele trouxe consigo essa justiça. Jesus veio. Era um homem comum, sem posses, não possuía educação formal, mesmo sendo o Messias nunca condenou ninguém, e sim perdoou livremente e respeitou as autoridades. Queremos prova mais plausível do que essa da própria Justiça de DEUS? Isto é, fornecida por Deus e a única que Ele aceita como verdadeira.Como cristãos sabemos que a Justiça é a obediência da Lei. A lei serve para mostrarmos ao Mundo que somos cristãos e através dela temos uma vida em Cristo.

Como vimos na lição Paulo nos mostra que não devemos apenas buscar a salvação pela lei, pois seria algo impossível, e isso não diminuiria os nossos pecados.

 Segundo Christe Carlton ” Todos enfrentamos dias em que achamos que não conseguimos fazer nada certo.” Mas não devemos desistir porque Jesus Cristo já venceu o mundo por mim e por você, e nos mostrou que podemos exercer fé em Jesus Cristo, assim estaremos no caminho de nos tornar alguém verdadeiramente justos. E essa caminhada deve ser efetuada por nós quando vencemos um dia por vez, podemos cair, podemos errar, mas Ele está pronto para nos perdoar e nos reerguer para continuar. Ele não nos disse que seria fácil essa estrada que é a vida, mas nos prometeu que estaria conosco. E que essa promessa seja a nossa esperança hoje e sempre.

Amém!

 Glaucia Martins e Felipe Marques

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